Sobre alcançar objetivos…

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Quando temos algum objetivo a alcançar, inevitavelmente em alguns momentos poderá vir a vontade de desistir da caminhada…Muito esforço, cansaço, desafios que surgem, dificuldades que não eram previstas. Aquela energia inicial e sensação de que conseguiria alcançar, pode ficar mais distante…

Neste momento, é importante olhar e reconhecer o processo. Será que o imediatismo está dominando? Queria chegar mais rápido e mais fácil?

É importante também ser honesto e pensar: qual a relevância de alcançar aquilo?

Se for algo ainda muito importante, que trará realização na linha de chegada, encontre sua forma de renovar a mente e energias.
Trace novos planos e estratégias. Fale com outras pessoas…faça o que pode fazer, mas continue sua caminhada rumo àquilo que é importante pra você. Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer tem consequências. Lembrar-se disso nas atitudes diárias faz diferença.

(créditos imagem: tirachard Freepik)

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Objetivos e futuro – a clareza que precisamos.

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Quais são seus objetivos para os próximos 1, 3 e 5 anos?

Ao escrever essa pergunta, fico curiosa para saber sua reação…A relação que as pessoas estabelecem com metas e objetivos, me chama muito a atenção.

Me deparo com uma grande quantidade de pessoas que em um primeiro momento não têm clareza sobre onde gostariam de chegar daqui a 1, 3 e 5 anos…

Algumas pessoas acham isso (estabelecer objetivos) uma perda de tempo, porque nada é previsível…”é melhor deixar as coisas acontecerem, vou agindo conforme o momento e oportunidades”.

Outras pessoas até sonham com o que gostariam de alcançar lá na frente, mas ficam no campo da imaginação e não fazem nada na prática. Quando percebem, o tempo passou e nada ou muito pouco foi feito…E isso vira uma bola de neve ao longo dos anos…Insatisfação, falta de realização, ansiedade, angústia…

E ainda, há pessoas que não conseguem, no momento atual, imaginar o que realmente querem. Estão “travadas” no presente e passado. O futuro não é algo convidativo, simplesmente ele chega e pode ser bom ou ruim. Muitas dessas pessoas tiveram alguma frustração, um “fracasso”, momentos difíceis e ainda levam consigo esses significados negativos das experiências vividas – “não sei se quero colocar um objetivo profissional, pois já sonhei muito, com plano A, B, C e nada aconteceu…”

No processo de Coaching, logo nas primeiras reuniões, meu papel como Coach é ajudar as pessoas a definirem objetivos e sua visão para o futuro, pois a metodologia pressupõe que isso é importante para que possamos direcionar nosso pensamento, ter insights, ações e avançar rumo ao alvo. Conforme vou ajudando meus clientes e refletirem sobre seu futuro, vamos aprofundando as questões e desafiando a forma de pensar para encontrar possibilidades.

Considerando a dificuldade de algumas pessoas estabelecerem e lidarem com seus objetivos, escrevi sete pontos de reflexão, com o intuito de ajudá-las enxergar novas perspectivas.

  1. Ter objetivos é ter um norte e se movimentar a partir disso. É olhar para o futuro e direcionar o presente. É como quando estamos em um lugar da cidade e decidimos ir para outro. A decisão de “para onde ir”, vai ajudar a pensar no como, quanto tempo, no custo…E aí, se for um lugar onde realmente queremos ou precisamos chegar, vamos agir com foco nisso e fazer escolhas para este fim. E quando temos foco, as coisas acontecem.
  2. Ter objetivos facilita dizer não. Quando você sabe onde quer chegar e o que tem valor para você, é mais fácil fazer escolhas todos os dias, na vida pessoal e profissional. A famosa dificuldade de dizer não, é amenizada. Não que seja fácil, especialmente para algumas pessoas, mas o motivo para dizer sim ou não estará relacionado à construção que está fazendo. Se pensar com frequência – “qual o motivo de fazer isso ou aquilo?” e lembrar com clareza de onde você quer chegar e quem quer ser, suas decisões serão mais simples, pois os limites já estarão mais claros. Daí a decisão é parar para pensar, sair do automático.
  3. Alcançar objetivos fica mais fácil dependendo das pessoas que caminham com a gente. Sim, as pessoas com quem decidimos caminhar, impactam em como vai ser a nossa caminhada e isso faz toda diferença, pois alcançar objetivos é um processo, com muitas variáveis. Essa é uma das coisas que mais acredito…Em várias teorias da psicologia e em histórias que conheço, o impacto de palavras e do cuidado de outras pessoas é significativo. Se você caminha com quem te apoia, te suporta, compartilha a vida, incentiva, terá muito mais chances de persistir em dias difíceis – especialmente se essa pessoa é importante pra você ou uma referência. Ter quem te escuta, facilitar a criatividade e ajuda a encontrar soluções que achava não ter respostas. Além disso, quantas vezes você ficou desanimado e alguém mostrou acreditar em você, no seu plano? Te ajudou a melhorar, reformular, traçar novas estratégias? Que diferença isso pode fazer? Sejamos essas pessoas no mundo. E se você sente que não tem essa rede de apoio que te leva para frente, é hora de conhecer novas pessoas, organizações, criar relacionamentos reciprocamente produtivos.
  4. Um objetivo pode sim ser reformulado e modificado. Eu diria que pode e deve, em algumas situações. Mentes e comportamentos rígidos muitas vezes podem ser a causa do insucesso. Se hoje eu defino um objetivo, é com base no que eu conheço hoje e pode ser que amanhã tenha novas informações, ocorram mudanças internas e externas e aquilo que era muito claro, pode não fazer mais sentido nenhum em outro momento. O processo de reflexão é fundamental, sempre. Não dá para seguir com uma persistência burra, por um caminho que vai te levar onde você não quer mais estar. A grande diferença entre desistir e fazer escolhas é essa – desistir é quando você ainda quer muito alcançar algo, mas por algum motivo, para no meio do caminho. Fazer escolhas é olhar para o objetivo e entender que não faz mais sentido, por isso, qual o problema de reformular o caminho e mudar a rota, a fim de chegar a algo diferente do que imaginou inicialmente? Ter objetivos é um processo dinâmico.
  5. Ao definir objetivos, pense em pequenos passos, atingíveis e específicos. Isso fará toda diferença para alcançar um objetivo maior. É como quando você tem a casa inteira para organizar após uma mudança. Dá para fazer tudo sozinho de uma vez? É importante se perguntar: por onde começarei? Quais são as prioridades? Quais serão os passos para ter a casa toda organizada? A cada ação, você está contribuindo com o objetivo maior. Algumas pessoas travam ao pensar no objetivo maior e não avançam, e não é por falta de capacidade, mas é que por imediatismo e ansiedade, acabam não enxergando etapas necessárias que fazem parte do processo. Enquanto ficam brigando com soluções mágicas, fáceis e rápidas, estão deixando de fazer o que pode ser feito, dentro dos recursos que tem.
  6. Reconhecer os avanços faz toda diferença. Faça o teste. Ao invés de só olhar a lista do que falta fazer, faça listas do que já foi feito e dos aprendizados. Observe e perceba os passos dados, com o raciocínio anterior de que cada passo faz parte do objetivo maior. Isso ajuda a ter clareza de onde realmente está, o quanto já avançou e pode trazer consciência do que precisa fazer diferente. Em contextos onde críticas e cobranças são mais frequentes do que elogios e reconhecimentos, esse é um ato de coragem e gera estados emocionais mais positivos e motivação.
  7. Revisar qual é o seu modelo mental e suas crenças sobre os objetivos é fundamental. O que acreditamos impacta na forma como agimos. Se você frequentemente tem pensamentos de que não vai dar certo, de que não é capaz, de que não vai conseguir, é possível que precise trabalhar crenças mais produtivas e estratégias. Vi muitas pessoas que tinham muito potencial para alcançar o que queriam, só não sabiam disso, pois enquanto se culpavam, criticavam e não acreditavam que algo era possível, deixavam de se enxergar verdadeiramente. Se enxergar verdadeiramente é não ignorar potencialidades e capacidades. É se olhar por inteiro, com valor. Vi pessoas alcançarem coisas incríveis quando mudaram crenças limitantes e usaram suas forças e recursos para se moverem frente aos objetivos.

O que você acha desses aspectos? Pense se faz sentido para você e se tem algo que quer experimentar fazer diferente. A transformação acontece quando saímos do automático e passamos a refletir e agir!

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Diálogo interno para alcançar objetivos, sonhos, mudanças.

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Com qual dos dois cérebros da imagem você mais se identifica? Pense em um objetivo, sonho ou mudança que quer atingir – o que você pensa e sente, de verdade?

Faça o exercício e seja sincero consigo mesmo – esses pensamentos e sentimentos, te ajudam ou te atrapalham?

A nossa forma de enxergar, ou seja, o nosso Modelo Mental, impacta nossas ações e a disposição para fazer algo.

Ter consciência sobre a própria mentalidade é um grande passo. Esse autoconhecimento é um processo e pode trazer grandes insights e transformações.

Vejo muitas histórias de pessoas que acreditavam que poderiam alcançar algo importante para elas e mesmo diante de tantas dificuldades e barreiras, conseguiram. Por mais que em determinados momentos fosse mais difícil, persistiram, gerenciaram emoções, buscaram ajuda e mantiveram-se esforçando, com foco no que queriam alcançar.

Por outro lado, muitas pessoas travam no momento em que veem as barreiras. Pessoas com capacidades subutilizadas, por não enfrentarem com coragem seus medos, desânimo, situações adversas ou a ansiedade gerada por um pensamento imediatista em excesso. É comum também encontrar pessoas que não gerenciaram situações de frustração passada ou que têm uma mentalidade muito negativa a respeito das situações ou de si mesmas. E às vezes, nem percebem esse padrão.

Deixo aqui a reflexão: qual é a sua mentalidade?

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Crenças produtivas ou limitantes – o que você aprende com a incrível história de Ben Carson.

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Você conhece o Ben Carson? Ele é um dos maiores neurocirurgiões da história no mundo todo! Reconhecido por seus grandes feitos em cirurgias inovadoras, por exemplo, a cirurgia de separação de gêmeos que eram unidos pelo cérebro (antes dele fazer isso, poucos gêmeos sobreviviam à cirurgia). Em sua trajetória profissional, teve um crescimento admirável!

E se eu te dissesse que ele teve dificuldades na escola, tendo sido considerado um dos piores alunos da sala? Que ele se achava burro e sem imaginação, quando criança? (perceba aqui duas crenças que ele tinha a respeito de si mesmo e de suas capacidades). Pois é…é uma história real. E aqui já paro para te fazer uma pergunta:

Quais são as crenças que você tem sobre você? Quais são seus pensamentos sobre a sua capacidade de realizar o que você quer? Esses pensamentos são produtivos (te ajudam) ou limitantes (te atrapalham)?

Ele é uma das pessoas que mais admiro, juntamente à sua mãe, e vou explicar o motivo.

Sonya Carson, sua mãe, cuidou de seus dois filhos sozinha, após o término de seu casamento. Eles tinham condição financeira bastante limitada e ela trabalhava muito para sustentar a família. Além disso, viviam nos EUA em uma época de racismo, tendo vivenciado preconceitos na escola, por parte dos outros alunos e também de professores.

Sua mãe foi uma grande incentivadora de sua busca por conhecimento e determinou que seus filhos lessem semanalmente dois livros e fizessem um relatório para ela (observação – ela não sabia ler, pois interrompeu seus estudos, mas acreditava que precisava incentivar seus filhos para que pudessem ter uma condição diferente da sua).

À medida que estudava, Ben Carson melhorava seu desempenho na escola e se destacava, tendo chegado ao título de melhor aluno.

O impacto dos estudos e incentivos da mãe não param por aí. Ele teve licenciatura em Psicologia na Universidade de Yale e cursou Medicina na Universidade de Michigan, seguindo depois com Neurocirurgia.

A pergunta que não quer calar: o que aconteceria se ele fosse guiado pelas crenças iniciais: “sou burro”, “não tenho imaginação”? Se ele se acomodasse ao status recebido a seu respeito, por parte dos outros na escola e não se esforçasse para buscar seus sonhos? Onde ele estaria hoje?

Muitas vezes nos limitamos por nossas crenças, pensamentos. Se uma crença mudar, tudo pode ser diferente.

Cada um tem seu Modelo Mental, ou seja, sua forma de enxergar o mundo. São Padrões de pensamentos a respeito de si mesmo, das pessoas, do mundo, do trabalho. São coisas que você pensa e às vezes nem percebe que pensa aquilo e age a partir disso, de forma automática. Ao mesmo tempo, nosso Modelo Mental, está sempre sendo modificado, pois é a soma do que já vivemos e do que acontece no presente. Por isso, é importante se autoanalisar e colocar a atenção nisso, a fim de criar crenças mais produtivas a respeito de si mesmo, dos próprios objetivos, do mundo, dos relacionamentos, do trabalho, do dinheiro e tudo mais.

Nossas experiências, conhecimentos, a cultura e relacionamentos influenciam e ao mesmo tempo temos escolhas a fazer, atitudes a tomar. Por isso deixo a reflexão:

É importante revisitar ideias, premissas, conceitos, olhar acontecimentos sob outras perspectivas e não generalizar situações para chegar a conclusões sobre si e sobre os outros. Renovar a mente. Transformar o entendimento.

Voltando ao Ben Carson, o que me chama muito a atenção nessa história:

– A importância do apoio de sua mãe e confiança dela no potencial do Ben Carson – sempre que ele duvidava de sua própria capacidade para realizar algo ela dizia algo que alimentava sua autoconfiança e o direcionava para uma ação produtiva: “Você pode fazer tudo que os outros podem e ainda melhor”/ “você é esperto”.

E ela dizia isso com todo coração. As palavras têm poder gigante na vida das pessoas, especialmente, quando são ditas por pessoas que são referência. Pais, professores, familiares.

Por isso, aqui deixo duas questões: que influência você tem exercido sobre as pessoas? O que você diz repetidamente às pessoas a quem ama? Qual a mensagem que está passando? E outra pergunta: Que influências teve ao longo de sua trajetória? Qual impacto disso sobre suas escolhas, suas crenças? Existe algo que precisa mudar em você?

Se Ben Carson não tivesse tido todo apoio de sua mãe – através de palavras e acompanhamento – o que teria acontecido a partir de suas crenças – “eu sou burro” e “não tenho imaginação”? Não sabemos…mas que ela teve um grande impacto, não tem como negar. Ele mesmo relata sua história em seus livros. 

E aqui quero destacar – Quando falo de crenças e pensamentos produtivos, não me refiro a algo do tipo: “o que você pensar vai acontecer de forma mágica”, “pense exatamente no que quer e isso vai acontecer” ou “o que você deseja vem até você”. Não! A questão é: Pense no que quer alcançar, tenha seus objetivos. Analise seus pensamentos e suas crenças sobre isso. Transforme crenças que te limitam e vá pra ação. Estude, trabalhe, se mova. Desperte seu potencial.

Por exemplo, Ben Carson se dedicou, estudou, se preparou demais e arriscou nos momentos em que precisava. Não temos certezas sobre tudo, mas a preparação e a dedicação podem ajudar nos resultados. Nossos comportamentos são guiados pelos pensamentos, por isso, é importante conhecer o que pensa para poder mudar o que for preciso.

Outro ponto que destaco da história é: quem vê o Ben Carson hoje pode supor que ele é talentoso e que é um homem de muito sucesso. Isso é verdade. Mas, além de suas aptidões, de suas capacidades que foram sendo descobertas, ele passou por processos de aprendizagem. Processos de dedicação. Teve pessoas apoiando quando algo era muito desafiador.

Somos ato e potência – somos o que somos hoje, mas existe em nós muito potencial que não foi despertado e as crenças limitantes podem atrapalhar esse potencial de fluir e arriscar-se a fazer algo além.

O que espero é que você comece a perceber suas crenças e reconheça a importância de transformar pensamentos, de se dedicar e se esforçar para algo que quer, de cercar-se de pessoas que possam te apoiar em momentos mais desafiadores e que possa persistir e agir de forma coerente com o que você acredita.

Notas e indicações:

O primeiro contato que tive com essa história do Ben Carson foi em minha adolescência, a partir do livro “A grande visão”, do Ben Carson. Inspirador. Cada pessoa, em sua medida, tem seus desafios. Graças a Deus tive uma família que me dava apoio, que sempre me incentivou ao conhecimento e aos estudos. Hoje, alcancei muitos sonhos, como fazer uma faculdade de Psicologia na Universidade Pública (Unesp), ser Coach, dentre outros. Uma coisa que sei que foi fundamental foi acreditar, lutar e me esforçar. Mas, afirmo sem dúvida nenhuma: se não fosse minha família, nada disso seria possível. A pessoa precisa lutar, insistir, persistir, mas muitas vezes, o apoio familiar e social (nem sempre é a família que dá o apoio necessário) e  é crucial para dar passos além, para incentivar o potencial. Um agradecimento especial à minha mãe, pai, irmã Juliana e amiga Gra, vocês sabem o quanto foram importantes em minhas escolhas e para que tudo fosse possível. Voltando à indicação dos livros, tem também o “Sonhe Alto – Como Dar o Melhor de Si Mesmo” (Carson, Ben; Murphey, Cecil) e o “Ben Carson – o Menino Pobre Que Se Tornou Neurocirurgião de Fama Mundial” (Carson, Dr. Ben). Estes dois últimos ainda não li, mas devem ser muito bons também.

Indicação de filme: Mãos talentosas- A história de Ben Carson (Netflix)

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2016 – Recalcular a trajetória e seguir adiante

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Do início do ano até hoje, o quanto você evoluiu com relação àquilo que considerava ser muito importante para você em 2016?

Assim como quando você vai fisicamente de um lugar para outro e precisa pensar: “onde estou, para onde quero ir e como faço pra chegar lá”, precisa pensar sobre as áreas de sua vida fazendo as mesmas perguntas – e ir adiante.

Quando você pensa onde está e se reorganiza, está dando um passo importante para sair da inércia do que vai acontecendo e não será levado por qualquer caminho que aparecer.

Pensando um pouco sobre o momento em que estamos – o meio do ano – fiz um roteiro de perguntas para te ajudar a refletir sobre isso. Separe um tempo para pensar e anote suas respostas (no celular, computador ou com papel e caneta). Muitas pessoas têm relatado diminuição de ansiedade e insegurança, pelo fato de “tirar as coisas da cabeça, colocar no papel e ir pra prática”. Experimente fazer isso também.

Vamos voltar um pouco ao tempo – Quais foram as principais decisões, metas e planos, para sua vida pessoal profissional, espiritual, saúde, relacionamentos…?

– O quanto você já evoluiu com relação a isso?

– Quais são as adaptações que você precisa fazer para continuar caminhando em direção ao que quer?

– Que pensamentos e comportamentos você quer manter e reforçar?

– O que você ganha se persistir?

– Quais são seus próximos passos? (Separe pequenos e grandes passos – siga adiante!)

– Tem algo ou alguém que possa te ajudar?

Gerenciar seu tempo e seus planos é fazer escolhas quanto à sua vida, pois cada dia do ano, vai ser uma página em sua história. Sobre muitas coisas você não tem controle, mas aquilo que depender de você, faça da melhor maneira que puder.

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Sabe aquela ideia que você teve? Então…comece a colocar em prática.

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Há um tempo queria fazer um vídeo e eis que surge o primeiro – o processo não foi tão simples quanto essas palavras, mas agradeço de coração o apoio que tive :-))
Falo sobre algo que acredito muito e espero que possa trazer boas ideias para você.

“Sabe aquela sua ideia? Aquele pensamento que você teve… quando você descobriu aquele sonho? Quando você ficou animado, empolgado, energizado?
O que você fez com isso?
Muitas pessoas tem esses momentos de descoberta, mas depois deixam passar…
É importante lembrar que algumas coisas levam anos para acontecer. Outras coisas podem acontecer mais rápido do que você imagina. Mas é fato, que para ver acontecendo, você precisa dar os seus passos”

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