Cultura de Coaching nas organizações – qual o impacto?

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Como é a cultura e o clima em sua organização? Como os líderes pensam e agem diariamente? E qual o impacto disso?

Na Cultura de Coaching, o Líder tem um Estilo de Liderança que é marcado por uma mentalidade de crescimento. As crenças, valores e atitudes, podem ser traduzidos em algumas afirmações como:

“Como Líder, acredito no desenvolvimento das pessoas e sei que tenho um papel ativo neste processo”. 

“Minha comunicação gera impacto no outro, por isso, escolho com cuidado a forma e as palavras com as quais me expresso”.

“Conversas transformacionais estão em minhas prioridades”. 

“Reconheço as pessoas diariamente, pois sei do impacto disso em seu crescimento, segurança e direcionamento para resultados”. 

“Escuto e faço peguntas que facilitam o avanço para o resultado e amadurecimento dos indivíduos e equipes”. 

“Estabeleço acordos claros, planejo e acompanho resultados de forma colaborativa”. 

“Quero gerar ambientes positivos de reflexão, focados na visão, solução, ação e resultados”. 

Se você vê essas afirmações como algo distante para si e sua organização, o convido a refletir sobre qual seria o impacto se adotasse essa nova forma de pensar e agir! É um processo diário.

Quando decidimos nos conhecer e aprimorar habilidades, as transformações ocorrem em nós e no ambiente ao redor. Em nossa experiência com diversos líderes e organizações, vemos que ter o que chamamos de habilidades de Coaching como possíveis ferramentas de liderança, é algo bastante positivo.

Essas habilidades são: Escuta Ativa, Perguntas Poderosas, Nova Conscientização, Comunicação Direta, Acordo de Coaching, Relação de Coaching, Ação e Responsabilidade e Linguagem Artística. 

Um líder que tem essas habilidades desenvolvidas, aprende a maximizar o potencial de sua equipe. Com isso, tem menor sobrecarga pessoal, forma equipes de alto desempenho, cria espaço para crescimento pessoal e abre espaço para novas visões e estratégias.

Se quiser saber mais sobre isso, mande uma mensagem!

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Qual a importância da Comunicação na Carreira?

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Cada profissão demanda diferentes habilidades. Conhecer quais são elas, é importante para se desenvolver e crescer. Você já ouviu falar da diferença entre Hard-skills e Soft-Skills?

Hard-skills são capacidades técnicas necessárias ao desempenho da função. Por exemplo, a proficiência em língua estrangeira, ser certificado em uma área, saber realizar a operação de um programa no computador, saber executar algo técnico.

Já as Soft-Skills, são habilidades comportamentais que o indivíduo demonstra ao realizar seu trabalho e se relacionar com as pessoas. Alguns exemplos são: comunicação, gestão de conflitos, negociação, trabalho em equipe, liderança.

Hoje vou falar especificamente da Comunicação, que é uma habilidade importante para todos. Em maior ou menor escala, a comunicação ou falta dela, afeta o desempenho de indivíduos, equipes e organizações. E sem falar em sua importância também na vida pessoal…

Falando especificamente de carreira, sabemos que o desenvolvimento profissional de uma pessoa não acontece no vácuo, ou seja, a carreira de uma pessoa sempre estará vinculada à existência de pessoas ao seu redor e a forma com que as relações e sistemas derivados dessas relações acontecem.

A comunicação (seja verbal ou não-verbal – e daí dizemos até mesmo as mídias sociais) será o ponto de contato para a dinâmica dessas relações e sistemas. Quando a comunicação é bem conduzida – seja pela clareza com que é passada, seja pelo simples fato de ser feita quando cabível – o impacto nas relações e sistemas é positivo e produtivo e, portanto, aumentam-se as chances de crescimento dessa pessoa. Por outro lado, a comunicação com falta de clareza, ou mesmo não feita, pode acarretar em distração nas relações, retrabalho, falta de produtividade e até motivação.

Um levantamento do site businessperform.com de 2016 trouxe dados de diferentes fontes sobre os impactos da comunicação em relação a aspectos como turnover, absenteísmo, atendimento ao consumidor, gestão da mudança, entrega de projetos, acidentes de trabalho, custos com litígio, até o incrível ponto de retorno a investidores. Ou seja, a comunicação, que parece algo tão natural e subjetivo, pode impactar objetivamente o desempenho e resultados de uma organização.

Fica clara a enorme importância de trabalhar esta habilidade.

Mas, como saber se preciso desenvolver essa habilidade, em mim ou em minha equipe? Alguns sinais que você pode observar:

  • Falta de escuta;
  • Falta de clareza ou segurança no que se deseja comunicar;
  • Excesso de conteúdo para passar uma ideia, ou mesmo palavras e termos técnicos demais.
  • Quando existe uma forma mais dura e agressiva no falar, que deixa as pessoas intimidadas (uma coisa é ser duro, e outra é ser direto).

Existem também alguns indicadores mais profundos de que a comunicação de uma pessoa precisa ser trabalhada:

  • Sensação de medo de comunicar sua ideias por não saber como serão recebidas (essa pessoa tem clareza interna do que falar, mas não consegue externalizar sua fala).
  • Falta de generosidade;
  • Falta  de empatia;
  • Falta de autoconhecimento;
  • Falta de visão sistêmica.

Com certeza existem outros sinais, mas esses som bons (e complexos) começos.

Agora, falamos sempre em desenvolvimento de habilidades. Será que realmente é possível desenvolver a comunicação? Como?

Sempre é possível desenvolver habilidades e todo desenvolvimento de habilidade passa por conhecer e aplicar o que se conhece na prática com Atenção, Intenção e Retroalimentação (AIR).

Tudo começa com um bom diagnóstico do que se sabe sobre comunicação e do que se percebe sobre os impactos da sua própria comunicação (ou falta dela).

Perceba sua escuta e como ela impacta a comunicação. Perceba também sua própria clareza interna quando quer comunicar algo – seja cognitiva ou emocionalmente. Perceba a forma com que se comunica.
 
A partir daí, pense nas melhores práticas que quer desenvolver e comece a colocar em prática e checar, aprendendo com aquilo que testou e lapidando à medida que avança.
 
Alguém que o ajude a perceber seus avanços pode ser um ótimo suporte para esse processo. Além disso, um bom profissional  pode facilitar e acelerar esse processo.
 
Se você percebe que este é um tema para  você, mergulhe e aprofunde. Vale a pena desenvolver para crescer como pessoa e profissional.

Escrevi este texto em parceria com a minha mestra em comunicação, Juliana de Lacerda Camargo. Obrigada pela preciosa contribuição, Ju!
 
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Bem-sucedido ou realizado – como você se vê hoje?

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Qual a diferença entre ser bem-sucedido ou realizado?

Há pessoas que alcançaram o sucesso profissional, segundo alguns padrões mercadológicos de retorno financeiro, status, nível hierárquico, crescimento de carreira…mas não se sentem realizadas. Pelo contrário, sentem-se insatisfeitas e infelizes. Normalmente, essas pessoas nunca pensaram onde realmente gostariam de chegar, o que valorizavam, a forma como gostariam de viver, pessoal e profissionalmente. Algumas pessoas até começaram a descobrir coisas importantes sobre si, mas não tiveram a decisão de avançar em sua busca por mais sentido.

É claro que é possível ter sucesso e ter realização ao mesmo tempo. Esse é o estado desejado, certo?

O conceito de realização que trago nesse texto é: sentir satisfação ao conseguir tornar reais verdadeiros sonhos e objetivos. Não, não é o papo da vida perfeita. Mas, de uma vida real, consciente, que tem coisas boas e ruins, mas que faz sentido.

E para alcançar a realização é fundamental ter autoconhecimento em alguns tópicos como: Identidade, Forças e Habilidades, Propósito e Valores, Visão de futuro. Compartilho com você algumas ideias que podem ajudar nessa reflexão!

IDENTIDADE:

É o conjunto de características singulares, próprias, que nos tornam únicos. Pare para pensar:

  • Quem é você?
  • Como é sua forma de pensar e agir?
  • Se eu te pedisse para se descrever, o que você diria sobre você?

Essas são perguntas profundas e muitas vezes difíceis de responder. Não desista de pensar sobre elas por esse motivo. O autoconhecimento é um processo que vai acontecer por toda nossa vida. Mas ele precisa ser intencional.

Uma pergunta muito comum que escuto é: “é possível mudar quem somos?”

Acredito que todos temos uma essência invariável que diz “esse sou eu”, a nossa marca pessoal, que nos diferencia de todos os demais. Assim como a nossa digital é única. Não há sequer um ser humano igual, nem mesmo os gêmeos, que vão se transformando logo após nascerem. Temos características muito próprias que são resultado de nossa genética e experiências.

Vamos nos formando ao longo de nossas vidas e aqui está uma questão chave: por mais que o nosso desenvolvimento maior e mais veloz ocorra na infância e adolescência, nosso cérebro nunca para de ser modificado. Ou seja, podemos ser transformados. Cientistas de antigamente acreditavam que nosso cérebro era imutável, inalterável. Descobertas atuais da neurociência dizem que temos a capacidade de desenvolver novos hábitos e comportamentos. Como? Com atenção direcionada, repetição e prática.

Ou seja, você pode refletir e fazer escolhas, diante dos propósitos e objetivos que queira alcançar. O processo de transformação é o que ocorre entre quem sou hoje e quem eu quero me tornar. Esse processo requer reflexão, autoconhecimento, formação de novas ideias. A partir disso, novas ações e comportamentos.

Gosto muito dessa frase pois representa bem o sentido expresso acima: “A mudança dos seres, não contraria o princípio da identidade, já que representa apenas a atualização da potência nela contidas.” Aristóteles

Quero propor para você um exercício que chamo de “autobiografia”. Ele pode te ajudar a reconhecer aspectos importantes em sua trajetória.

 Exercício Autobiografia:

Pense sobre sua infância, Adolescência até chegar na idade adulta:

  • Quais foram os principais acontecimentos?
  • Que influências você recebeu das pessoas com as quais mais conviveu?
  • Quais foram os valores e a cultura aprendidos?
  • Quais foram as principais mensagens que te disseram que você considera terem tido impacto?
  • Qual o impacto disso na forma como você pensa e age hoje?

 FORÇAS / HABILIDADES

O que você faz bem? É comum, em atividades em grupo ou atendimentos individuais, as pessoas encontrarem dificuldades para responder essa pergunta. Algumas pessoas só enxergam o outro como alguém a ser admirado. Ou ficam constrangidas por falarem de si. Esse é um exercício de se reconhecer e se valorizar. O que é bem diferente de ter uma atitude arrogante e prepotente. É quase como pedir que você note a si mesmo, que você enxergue seus pontos fortes e qualidades.

Você pode ter uma capacidade natural, ou seja, um talento, para algo e também pode ter desenvolvido uma habilidade ao longo de sua vida.

Deixo aqui um desafio: anote agora, três pontos positivos que enxerga em você. Você também pode perguntar para seus amigos, família, pessoas de confiança, o que eles enxergam. A partir disso, você pode perceber: o que as pessoas falaram em comum? Reflita sobre isso. Não tenho a menor dúvida, de que você tem qualidades e que se reconhecê-las, mudanças poderão acontecer em você.

Quais os benefícios de reconhecer pontos fortes? Ajuda aumentar a segurança e autoconfiança. É importante para fazer escolhas e descobrir a direção a seguir, seja na vida pessoal ou profissional e, consequentemente, obter melhores resultados.

VISÃO DE FUTURO

Até aqui focamos em falar sobre quem você é hoje. Retomamos questões do passado e olhamos para o presente. Mas, parte do autoconhecimento é pensar onde você quer chegar. Visualize o futuro que quer construir! Fazer isso, é criar uma visão que vai te nortear em suas ações no presente. Não podemos controlar muitas coisas, é verdade.  No entanto, sem definir objetivos, o que acontece? Você vai para onde as situações, pessoas, demandas te levarem. Isso pode ser arriscado quando falamos de realização. Pois, você pode acabar vivendo sonhos que não eram seus e não sentir satisfação ao reconhecer onde chegou.

  • O que te faria se sentir realizado, em 1, 3 e 5 anos?

Quero te ajudar a pensar um pouco mais sobre isso. Pare por um instante e reflita:

  • Quais são seus sonhos?
  • O que você quer que seja diferente em sua vida no futuro?
  • O que quer ter alcançado?

Não coloque limitações para responder essas perguntas. Deixe vir em sua mente e coração as respostas.

Talvez ao pensar nisso, venham algumas barreiras e emoções negativas, mas se esforce para continuar o processo e responder o que realmente quer. Se preciso, busque ajuda. Lembre-se que estamos falando de algo novo, um futuro a construir. Algumas pessoas não crescem profissionalmente naquilo que querem, pois não conseguem definir opções do que querem alcançar. Ao pensar no futuro, é importante deixar a imaginação e coração te levarem, a parte de estruturar e colocar em planos reais, vem depois disso. Vamos por partes. Destaco aqui as palavras Imediatismo x construção. Quero que guarde isso. Estamos imaginando o prédio a ser construído, o que queremos ter nele, como ele vai ser. Depois, vamos pensar nos recursos, estratégias, passos práticos. E um prédio não se constrói de um dia para outro. Esse é um processo que pode levar tempo.

Importante: se o que te atrapalha de pensar nisso são experiências passadas, te convido a pensar que recomeçar é um sinal de força, não de fraqueza. Recomeçar de um novo jeito, com novas estratégias, até mesmo, em alguns casos, adaptando o que se quer alcançar. Ao invés de desistir, por se apegar aos erros, falhas, dificuldades. Importante é avançar e para isso ajustar o plano conforme novas informações aparecem no caminho. Então, volte-se às perguntas acima e foque nelas, se necessário por alguns dias, ou o tempo que for preciso.

Enquanto você vive o hoje e olha para o futuro, te convido a pensar em duas coisas importantes: propósito e valores.

PROPÓSITO E VALORES

Gosto de pensar propósito a partir de duas perspectivas: um Propósito maior, relacionado ao sentido de sua vida, à sua existência. Esse propósito está relacionado com seu papel aqui na Terra. Qual é a sua missão? Ele vai nortear as escolhas mais profundas em sua vida. Por que você faz isso ou aquilo? Por que está indo nessa ou naquela direção? A conexão com o Propósito impacta sua motivação e foco. Por mais difícil que algumas situações sejam, quando você tem isso claro, segue adiante. Neste sentido, vale pensar:

  • Que propósito você acredita ser seu?
  • O que te move?
  • O que te inspira?

E a segunda forma de pensar propósito, tem mais relação com ações cotidianas. Você se propôs a fazer uma atividade e pensa: qual o propósito disso? É um propósito mais ligado à ação, enquanto o anterior, é mais ligado à sua existência. Claramente, é importante que seus propósitos diários estejam relacionados com o propósito maior. Lembre-se, portanto, qual a finalidade de suas ações diárias.

Conectado a isso, você pode pensar sobre seus valores. Os valores dão forma a como realizar suas ações e tomar decisões. Como você quer viver, se relacionar, alcançar seus objetivos.

  • O que tem valor para você?
  • O que você valoriza em sua vida e seu trabalho?
  • Do que você não abre mão em sua forma de ser e agir?
  • O que você quer gerar nos ambientes em que participa?
  • Quais valores estão norteando as principais decisões da sua vida?

Separe uns minutos para pensar.

E, então, o quanto você se sente hoje quanto a ser bem-sucedido ou realizado?

Continue sua reflexão e observação diária e aos poucos, mude de direção, se necessário.

Encontrar nossa essência e viver coerentes com o que acreditamos e valorizamos, nos traz uma paz e certeza de estar no caminho certo, mesmo com dificuldades.  E isso, não tem preço.

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Como desenvolver uma habilidade?

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Quem aqui se lembra de quando começou a digitar? Eu me lembro que aprendi na máquina de escrever da minha irmã. Era incrível, novidade. Mas, era um processo lento, digitava devagar, letra por letra, fazendo um esforço grande pra lembrar onde era qual letra…Após muito treino, de repetir letras e palavras e ao longo dos anos ao usar bastante o computador para trabalhos, hoje digito sem olhar as teclas e muito rapidamente. Assim é o desenvolvimento de uma competência. É preciso entender como faz e praticar muito para desenvolver a habilidade. Quando repetimos um processo, nosso cérebro vai aos poucos automatizando. Que competência você precisa desenvolver? Coloque atenção nela, busque conhecimentos e coloque em prática com frequência e dedicação. Você verá que vai evoluir cada vez mais.

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3 motivos pelos quais é importante se conhecer.

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Quais são os benefícios do autoconhecimento? O que muda quando nos conhecemos melhor? Não é a toa que esse tema seja tão citado por pessoas que trabalham com desenvolvimento…ele impacta no presente e no futuro – que está em construção exatamente agora. Aproveite pra refletir! Veja o vídeo:

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Como obter mudanças – Neurociência e Coaching.

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“Não consigo agir diferente”/”Nasci assim, não vou mudar”/”Não nasci com essa habilidade”/”Essa é minha natureza”.

Esses são pensamentos de que nosso cérebro/ou nós, somos imutáveis, inalteráveis. São pensamentos retrógrados e conceitos de cientistas de antigamente.

As descobertas atuais da neurociência indicam que temos a capacidade de desenvolver novos hábitos e comportamentos, a partir da atenção direcionada, repetição e prática.

Novos pensamentos e novas habilidades “cavam” novos caminhos no cérebro.

É simplesmente incrível – mesmo na idade adulta, temos a possibilidade de mudar a estrutura e função do cérebro – temos Neuroplasticidade cerebral. Ou seja, segundo o texto, nosso cérebro, na verdade, é como plástico. É possível mudar crenças, pensamentos, emoções. “Você é o Arquiteto do seu cérebro. Você tem o poder de agir contra impulsos perigosos”.Veja o infográfico no Link abaixo (é em inglês).

Se você achava que não conseguia mudar ou crescer, atualize seus conhecimentos e busque agir diferente. Fácil e simples, talvez não seja. Requer esforço e um desejo muito grande de mudança. Mas, temos a informação, basta por à prova de uma forma coerente e atitude de determinação.

Faça Coaching para desenvolver suas habilidades – através do processo, você focará sua atenção, refletirá e criará meios práticos para avançar.

Escreva para nós: contato@r122coaching.com.br

‪#‎mudança‬ ‪#‎neuroplasticidade‬ ‪#‎coachingdehabilidades‬‪#‎autoconhecimento‬ ‪#‎neurociência‬

Veja o texto base para a reflexão (de onde veio a imagem do post também e o infográfico citado): http://bigthink.com/ideafeed/this-nifty-infographic-is-a-great-introduction-to-neuroplasticity?utm_campaign=Echobox&utm_content=26169506&utm_medium=social&utm_source=facebook#link_time=1459351435

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4 aspectos que você precisa saber sobre você.

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Quais são seus pontos fortes? E quais são seus pontos fracos?
Tenho curiosidade de saber quantas vezes você já ouviu essa pergunta em sua vida e quantas vezes realmente parou para pensar de forma clara e honeste sobre elas.

Quando você se conhece, você passa a fazer escolhas e tomar decisões de forma mais consciente e racional em seu trabalho e na vida pessoal. Algumas pessoas relatam aumento de segurança e confiança a partir do autoconhecimento.

Por outro lado, muitas pessoas passam a vida sem entender quem são e como agem. Também não reconhecem o impacto disso em seus relacionamentos, seus objetivos e em sua vida como um todo. Vivem no piloto automático, sem se perceberem, e seguem padronizações externas tidas como “as melhores”. Mas, o que quero que você reflita agora é: você tem uma identidade única que pode ser descoberta. Acredito que não somos seres estáticos, mas sim em constante transformação e aprimoramento; sempre existe um potencial a ser desenvolvido e um novo aprendizado a ser incorporado. No entanto, há uma essência invariável, pela qual pode-se dizer: esse sou eu.

Esse processo de autoconhecimento nunca termina, mas precisa começar. Neste post trago o conceito do Career Direct, um Assessment de perfil, que trabalha com os quatro componentes fundamentais a serem considerados em uma pessoa – Interesses, habilidades, valores e personalidade (algumas pessoas o chamariam de teste vocacional/teste de aptidões, mas ele é mais abrangente e completo no sentido dos fatores avaliados).

Personalidade: Se você sabe como age e reage naturalmente, surge a oportunidade de utilizar sua potencialidade da melhor forma, mas também de sair do piloto automático quanto a comportamentos destrutivos e que mais atrapalham do que ajudam! Você é mais extrovertido ou introvertido? Dominante ou complacente? Aventureiro ou cauteloso? Desordenado ou meticuloso? Compassivo ou desapegado? Inovador ou convencional? Quais são então seus pontos fortes e o que precisa desenvolver? Se alguém que naturalmente é extrovertido e inovador, buscar oportunidades onde é necessário ter novas ideias e interagir muito com outras pessoas, poderá crescer muito mais em sua carreira e sentir-se bem. Se em contrapartida passar a realizar trabalhos totalmente focados em tarefas, de forma convencional, precisa e rigorosa, no mínimo não usará seu potencial e poderá sentir-se frustrado, sem motivação e até incapaz.

Valores: O que realmente importa pra você na sua vida pessoal, no trabalho, com as pessoas que convive? Do que você não abre mão? Se você conhece seus valores, pode analisar o quanto realmente está vivendo de acordo com eles, pois quando vivemos situações opostas ao que é realmente importante para nós, vem a frustração, culpa, insatisfação e o bem-estar fica comprometido.

Interesses: Nada melhor do que trazer seus interesses para o seu dia a dia, pois aquilo pelo que somos curiosos, interessados, gostamos de fazer, prende a nossa atenção de forma incrível e quanto mais atenção colocamos em determinada questão, mais focados ficamos. Não é? Por isso, inserir seus interesses em sua rotina, pode ser um grande ganho.

Habilidades: O que você faz bem? Quais são suas aptidões, capacidades para realização de algo? Analisar, organizar, liderar, fazer trabalhos manuais, trabalhar com pessoas, e por aí vai. Todos temos habilidades que são mais naturais que outras e todas as habilidades podem ser desenvolvidas. A mensagem aqui é: busque focar no que você tem habilidade, no que faz parte de você! Se eu fosse trabalhar analisando números, fazendo cálculos, raciocinando logicamente e numericamente, posso afirmar que teria uma enorme insatisfação e me sentiria incompetente, pois não é algo que tenho facilidade, preciso de muito esforço, mesmo tendo desenvolvido conhecimentos com aulas de matemática financeira, estatística… Por outro lado, adoro organizar, planejar, ajudar pessoas, trazer novas ideias e faço isso com naturalidade.

Achar a solução da equação quem eu sou, o que faço bem, o que importa pra mim, o que estou interessado em fazer, pode ser um desafio, mas pode ser um grande passo para pensar em sua vida e carreira. Comece agora! Responda as perguntas dos quatro componentes. E aí, o que você já sabe sobre você e quais insights pode ter a partir disso?

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