Sobre produtividade pessoal

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“Você tem que mandar no seu e-mail e não o e-mail mandar em você (defina momentos para ver seus e-mails e agir a respeito deles). Christian Barbosa.

Acrescento: Você deve mandar em seu Facebook, Whatsapp, Skype e tudo mais, e não eles mandarem em você, te dominarem. É um desafio para tantas ofertas.

Mas, para manter o foco, é preciso colocar limites.

Ao invés de “me falta de concentração” para fazer determinadas atividades, perceba que às vezes o que falta é atitude para evitar distrações.

Determine seus alvos diários de tarefas e faça o possível para manter-se neles. Essa é uma questão que requer treino e muito esforço diante de tantas informações a todo momento. Mas, vale pensar em mudanças que poderão te trazer ganhos no futuro próximo ou distante.

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Eureka – Quando damos foco, acontece.

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O que você quer mudar *em você*? Coloque sua atenção nisso.

“O que estou percebendo é que conseguimos fazer aquilo que damos foco. E se damos foco, acontece. As coisas mudam. Vi isso quando priorizei e foquei em melhorar a forma como lido com as pessoas.” (Insight de uma Coachee no Processo de Coaching)

 

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Sobre momentos decisivos – Preparar, focar e fluir.

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Um jovem se preparava para um teste importante para ele e conforme a data ia se aproximando, mais o nervosismo tomava conta. O desespero começou a bater à porta: “será que vou conseguir me sair bem? Será que vou conseguir?”.

Após um tempo de reflexão, ele chegou à conclusão de que precisava acreditar mais em seu potencial de ser aprovado, após tanta dedicação “É por ali que eu tenho que passar e ali que quero fazer o meu melhor”. E do que precisaria para fazer o seu melhor? “Estar ali de corpo e alma”, disse ele.

Essa mudança de foco de “será que vou conseguir me sair bem” para o foco de “mergulhar no momento e no que poderia fazer de melhor”, foi poderosa, pois quanto mais presente e conectado ao momento que se vive, maior a chance daquilo ser bem feito.

 “A nossa capacidade de atenção determina o nível de competência com que realizamos determinada tarefa” (Daniel Goleman, no livro “Foco”, pág. 25).

Se ele ficasse pensando no que poderia dar errado, sua concentração estaria prejudicada e a atenção dividida – ao invés de mergulhar no momento e em fazer o seu melhor, poderia mergulhar nas incertezas, inseguranças, ansiedade, o que poderia trazer um impacto negativo em seu desempenho.

 Para momentos desafiadores, nada melhor que o preparo consistente (estudos, práticas, treino), pois assim, o nosso cérebro constrói uma rede de caminhos e incorpora aquilo; mas “na hora do jogo” é simplesmente jogar. É como dizer: “deixe seu cérebro trabalhar automaticamente por você. O esforço consciente e intencional você já fez, deixe fluir o preparo anterior”.

Goleman cita no mesmo livro: “O córtex motor, que num atleta experiente tem esses movimentos profundamente gravados em seus circuitos graças a milhares de horas de treino, funciona melhor quando funciona sozinho. Quando o córtex pré-frontal é ativado e começamos a pensar em como estamos nos saindo – ou pior, em como fazer o que estamos fazendo, o cérebro entrega parte do controle a circuitos que sabem pensar e se preocupar, mas não sabem como realizar o movimento em si. Seja nos 100 metros, no futebol ou no beisebol, esta é uma receita universal para tropeçar (Daniel Goleman, no livro “Foco”, pág. 36).

Mais pra frente o autor explica que isso acontece para outras atividades em nossa vida. Ou seja, para evitar “tropeços” como ele cita, é preciso se preparar, manter-se concentrado e ao mesmo tempo deixar fluir tudo que foi aprendido até ali.

Lembre-se também de trazer à mente aquilo que te dá confiança e segurança, pois assim, as ações serão mais inteligentes e eficientes.

No que você acha precisa se desenvolver mais – em sua preparação ou no autogerenciamento de suas emoções em momentos de pressão? Comece hoje a buscar seu desenvolvimento!

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Avanço sob medida – qual é seu método? Faça o exercício.

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Se você pesquisar conteúdos sobre MÉTODOS PARA CUMPRIR METAS, ALCANÇAR SONHOS, TER MAIS FOCO, terá milhões de opções de leituras, dicas, etapas, passos, metodologias, segredos de sucesso.

Mas, porque será que mesmo com tanta informação de qualidade, algumas pessoas, ou muitas pessoas, ou a maioria das pessoas, não conseguem ou tem dificuldades de lidar com essas questões?

Acredito que buscar metodologias, ouvir especialistas e pessoas que conseguiram “chegar lá”, seja muito relevante, pois ajuda na elaboração de ideias, na criação de novas práticas e pode facilitar esse processo de mudança!
Mas, o grande ponto que gostaria de transmitir com esse texto é que para essas questões, definitivamente, não existe um padrão universal que funcione para todos. É preciso aplicar esses conhecimentos em sua vida, considerando o seu jeito de ser, o seu funcionamento, a sua personalidade, o seu momento de vida, a sua motivação. Por isso, crie o seu próprio método. Permita-se ter um tempo de construção.

Dedique, sim, um tempo para conhecer o que há no mercado em termos de metodologia e dicas, coloque em prática por fases e tenha novas ideias a partir disso. Continue a construção. Aqui o sentido é continuar, se adaptar. Entre em um processo e não espere respostas imediatistas de você mesmo.

E aí vem um segundo ponto: em momentos onde ocorre um erro, uma falha, ou em que algo não deu certo, muitas pessoas desistem e abandonam a intenção inicial e, assim, voltam aos dilemas e inércia diários. Talvez aí esteja a oportunidade de uma grande observação a se fazer – o que deu certo e o que deu errado? O que eu poderia continuar fazendo e o que eu preciso adaptar? Reforce as conquistas, por menores que pareçam. Não é possível percorrer 1 Km com apenas um passo, mas, com um passo de cada vez, você pode alcançar 1 Km, não é mesmo?

Mudar requer esforço! Nosso cérebro gasta energia quando novos hábitos estão sendo formados, mas à medida que vamos incorporando novas atitudes e atividades na rotina, ele pode ir automatizando aquilo, por isso, a ideia de insistir, mesmo quando ainda exista um esforço consciente.

Você se lembra de como foi quando começou a digitar no computador? Pense agora – como é hoje? A velocidade da digitação aumentou ao longo do tempo? Você precisa pensar em cada letra que vai escrever? Quanto mais as pessoas usam o computador, mais automático vai ficando.

O que facilita esse processo de transformação é a intenção. Toda vez que colocar metas para si, decidir focar em algo, estiver pensando em seu sonho, vale a pena ter muito claro – para que isso?

Qual é o motivo de colocar isso como meta? O que vai acontecer se eu conseguir permanecer mais focado? O que vai acontecer se eu conseguir persistir rumo ao meu objetivo? Escreva as respostas e mantenha em local visível ou que você acesse com frequência ideal para permanecer conectado a isso. O nosso cérebro precisa de lembretes, ajude-o da forma mais criativa que puder!!!

Agora, se você leu até aqui, topa uma brincadeira? Responda as seguintes questões:

 

O que posso fazer para não cumprir minhas metas?

Qual é o meu segredo para perder a concentração?

Qual o impacto positivo de gastar meu tempo com atividades sem utilidade, superficiais e que me desviam do que é importante para mim?

Agora tire a palavra “não”, da primeira pergunta. E responda novamente. Troque a palavra “perder”, por “manter”, na segunda. Responda novamente. Troque “positivo” por negativo na última. Responda novamente. Quais são seus pensamentos agora?

Escreva-os e transforme em ações!

estar disposto a errar para poder acertar.

Quais são os pensamentos que te vêm à mente? Escreva-os e transforme em ações práticas.

Ps. A foto foi tirada por minha mãe, Inês Kühl, que é costureira e sabe bem como fazer roupas sob medida – cada pessoa tem tamanhos e gostos diferentes e por mais que existam medidas padrão que dão ótimas roupas, ajustes finos para cada pessoa fazem a diferença.

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Que atenção você dá a sua atenção?

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A afirmação ao lado foi feita em um artigo intitulado “Neurocoaching – Uma Abordagem de Coaching Baseada na Neurociência”, escrito por David Rock, após uma entrevista com o neurocientista Jeffrey Schwartz.

 

De todo o conteúdo, o que mais me chamou a atenção foi o conceito de densidade de atenção explicado por Jeffrey:

“A densidade de atenção descreve o quanto de atenção prestamos ou o número de observações que fazemos durante um período específico. De forma mais simples, quanto mais focados estamos, quanto mais de perto observamos, maior é a densidade de atenção (…) Com densidade de atenção suficiente, os pensamentos e ações mentais do indivíduo tornam-se parte de quem somos, parte de como nosso cérebro funciona, e portanto, desempenham um importante papel na maneira como percebemos o mundo. Em outras palavras, o poder está no foco. Aquilo onde escolhemos colocar nossa atenção muda o nosso cérebro e muda a maneira como vemos e interagimos com o mundo”.

 

Considero muito impactante o que a atenção representa em nossa vida.

A partir disso, acredito ser válido pensar:

– Em que tenho focado minha atenção?

– Qual o impacto que isso tem sobre mim, meus relacionamentos e o meu futuro?

– No que eu gostaria de focar, mas não estou conseguindo?

– O que eu poderia fazer nos próximos 30 dias com relação a isso?

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