Qual a importância da Comunicação na Carreira?

No comments
Cada profissão demanda diferentes habilidades. Conhecer quais são elas, é importante para se desenvolver e crescer. Você já ouviu falar da diferença entre Hard-skills e Soft-Skills?

Hard-skills são capacidades técnicas necessárias ao desempenho da função. Por exemplo, a proficiência em língua estrangeira, ser certificado em uma área, saber realizar a operação de um programa no computador, saber executar algo técnico.

Já as Soft-Skills, são habilidades comportamentais que o indivíduo demonstra ao realizar seu trabalho e se relacionar com as pessoas. Alguns exemplos são: comunicação, gestão de conflitos, negociação, trabalho em equipe, liderança.

Hoje vou falar especificamente da Comunicação, que é uma habilidade importante para todos. Em maior ou menor escala, a comunicação ou falta dela, afeta o desempenho de indivíduos, equipes e organizações. E sem falar em sua importância também na vida pessoal…

Falando especificamente de carreira, sabemos que o desenvolvimento profissional de uma pessoa não acontece no vácuo, ou seja, a carreira de uma pessoa sempre estará vinculada à existência de pessoas ao seu redor e a forma com que as relações e sistemas derivados dessas relações acontecem.

A comunicação (seja verbal ou não-verbal – e daí dizemos até mesmo as mídias sociais) será o ponto de contato para a dinâmica dessas relações e sistemas. Quando a comunicação é bem conduzida – seja pela clareza com que é passada, seja pelo simples fato de ser feita quando cabível – o impacto nas relações e sistemas é positivo e produtivo e, portanto, aumentam-se as chances de crescimento dessa pessoa. Por outro lado, a comunicação com falta de clareza, ou mesmo não feita, pode acarretar em distração nas relações, retrabalho, falta de produtividade e até motivação.

Um levantamento do site businessperform.com de 2016 trouxe dados de diferentes fontes sobre os impactos da comunicação em relação a aspectos como turnover, absenteísmo, atendimento ao consumidor, gestão da mudança, entrega de projetos, acidentes de trabalho, custos com litígio, até o incrível ponto de retorno a investidores. Ou seja, a comunicação, que parece algo tão natural e subjetivo, pode impactar objetivamente o desempenho e resultados de uma organização.

Fica clara a enorme importância de trabalhar esta habilidade.

Mas, como saber se preciso desenvolver essa habilidade, em mim ou em minha equipe? Alguns sinais que você pode observar:

  • Falta de escuta;
  • Falta de clareza ou segurança no que se deseja comunicar;
  • Excesso de conteúdo para passar uma ideia, ou mesmo palavras e termos técnicos demais.
  • Quando existe uma forma mais dura e agressiva no falar, que deixa as pessoas intimidadas (uma coisa é ser duro, e outra é ser direto).

Existem também alguns indicadores mais profundos de que a comunicação de uma pessoa precisa ser trabalhada:

  • Sensação de medo de comunicar sua ideias por não saber como serão recebidas (essa pessoa tem clareza interna do que falar, mas não consegue externalizar sua fala).
  • Falta de generosidade;
  • Falta  de empatia;
  • Falta de autoconhecimento;
  • Falta de visão sistêmica.

Com certeza existem outros sinais, mas esses som bons (e complexos) começos.

Agora, falamos sempre em desenvolvimento de habilidades. Será que realmente é possível desenvolver a comunicação? Como?

Sempre é possível desenvolver habilidades e todo desenvolvimento de habilidade passa por conhecer e aplicar o que se conhece na prática com Atenção, Intenção e Retroalimentação (AIR).

Tudo começa com um bom diagnóstico do que se sabe sobre comunicação e do que se percebe sobre os impactos da sua própria comunicação (ou falta dela).

Perceba sua escuta e como ela impacta a comunicação. Perceba também sua própria clareza interna quando quer comunicar algo – seja cognitiva ou emocionalmente. Perceba a forma com que se comunica.
 
A partir daí, pense nas melhores práticas que quer desenvolver e comece a colocar em prática e checar, aprendendo com aquilo que testou e lapidando à medida que avança.
 
Alguém que o ajude a perceber seus avanços pode ser um ótimo suporte para esse processo. Além disso, um bom profissional  pode facilitar e acelerar esse processo.
 
Se você percebe que este é um tema para  você, mergulhe e aprofunde. Vale a pena desenvolver para crescer como pessoa e profissional.

Escrevi este texto em parceria com a minha mestra em comunicação, Juliana de Lacerda Camargo. Obrigada pela preciosa contribuição, Ju!
 
Patrícia SchuindtQual a importância da Comunicação na Carreira?
Ler mais

Desenvolvimento profissional: uma pausa pra pensar e agir com propósito

No comments

É possível que nos últimos dias, você tenha recebido algum feedback ou mesmo percebeu sozinho que precisa desenvolver uma habilidade ou adquirir um novo conhecimento. Naquele momento, sentiu que isso era muito importante para crescer profissionalmente. 

Compartilho este texto para te encorajar a avançar em direção a esse desenvolvimento.

Pensei em uma “fórmula”, pra te ajudar a refletir e agir sobre isso. Não quero aqui tratar o tema transformação como algo mágico, rápido ou fácil. Apenas, compartilhar um caminho de pensamento, que gere esse movimento de ir pra frente.

Conexão com o Presente + Visão de futuro + Ações com Propósito = Desenvolvimento!

Por que pensar nessa fórmula pode te ajudar?

Conexão com o Presente é ter clareza da realidade atual e buscar o autoconhecimento. No caso de desenvolver uma habilidade, você pode  pensar: como estou hoje com relação a isso? Quais são minhas forças? Quais meus gaps? O que sinto sobre isso? Com tantas informações e notificações que recebemos, pode ser mais fácil seguir por um modo mais automático, e não fazer reflexões. Direcionar a atenção neste sentido é um exercício poderoso, que nos ajuda a priorizar e manter os olhos no que é fundamental.

Visão de futuro, significa parar para pensar efetivamente em seus objetivos, no que você quer construir, onde quer chegar. Isso pode ser pensado de forma específica para a habilidade ou novo conhecimento a adquirir, e também em um sentido mais amplo, do que te faria se sentir realizado ou do que é sucesso para você, por exemplo. Ter essa clareza, faz uma grande diferença, pois você tem um norte a ser seguido. 

 Ações com Propósito, traz a nossa responsabilidade de sair dos pensamentos e ir para a prática. Definir atividades específicas e claras para serem realizadas. Destaco aqui a palavra “propósito”, pois quando a ação tem uma finalidade, uma razão, tanto o esforço quanto a motivação são afetados positivamente.

 E então, o que você quer desenvolver em você? Com relação aos três itens da “fórmula”, em qual precisa focar mais? 

 E pra finalizar, compartilho a citação do livro “Mindset“, que acho muito inspiradora:

 “…os cientistas estão percebendo que as pessoas têm maior capacidade do que se havia imaginado para aprender e desenvolver o cérebro durante toda a vida. É claro que cada um possui uma dotação genética específica. As pessoas podem ter diferentes temperamentos e aptidões no início de suas vidas, mas evidentemente experiência, o treinamento e o esforço pessoal conduzem-nas no restante do percurso.” (ph.D Carol S. Dweck)

Patrícia SchuindtDesenvolvimento profissional: uma pausa pra pensar e agir com propósito
Ler mais

7 passos para mudar hábitos e comportamentos

No comments

Transformação é o processo que ocorre entre “quem sou hoje” e “quem eu quero me tornar”.

Como está seu processo de transformação? Te convido a olhar para o que viveu e como viveu esse ano, e pensar:

–         Que mudanças ocorreram em mim? Por quais motivos posso me reconhecer?

–         Existe algum hábito ou comportamento que gostaria de desenvolver daqui para frente?

Ao olhar primeiro para você, você tem a oportunidade de contribuir para melhorar relacionamentos, aumentar sua produtividade e seu bem-estar. Sem dúvida alguma, vale a pena.

Separei alguns passos que considero importantes para mudanças de hábitos e comportamentos e compartilho com você.

Veja se faz sentido:

1º Passo: Saia do Piloto automático! Observe sua forma de pensar e de agir. O que você quer que seja diferente? O que precisa mudar para alcançar seus objetivos? Coloque um “espelho imaginário” onde você possa se enxergar nas situações. Você pode pedir ajuda de pessoas de confiança, também. Quem sabe podem te ajudar a descobrir coisas que sozinho não percebe. Receber feedback pode ser desafiador a princípio, mas pode trazer descobertas importantes.

2º Passo: Identifique o novo hábito ou comportamento que quer desenvolver. É importante ser específico e claro sobre o que quer alcançar. Vou te dar um exemplo real. Um Gerente de Vendas, ao analisar sua liderança, percebeu que seu comportamento com a equipe era: sempre falar muito, escutar pouco e agir sem considerar os outros. Então, ele pensou: qual é a nova forma que quero agir? Ele definiu: escutar sua equipe primeiro, expor suas ideias e, após isso, analisar qual a melhor escolha. Ou seja, ao entrar em reuniões ou mesmo conversas cotidianas, esse passou a ser o norteador de suas ações. No começo, é um pouco estranho e você pode se sentir um pouco “desconfortável” ao mudar um comportamento, mas aos poucos, poderá se tornar o “novo automático”.

3ª Passo: Crie o propósito. Qual o motivo de focar nessa mudança? Quais as consequências ao desenvolver ou não desenvolver isso? Seja honesto consigo mesmo. Saber “para que” você está fazendo isso ou aquilo, afeta sua motivação e foco. Muitas vezes, o que falta não é disciplina, mas sim propósito claro.

4º Passo: Busque referências / “modelos”. Mas faça isso para se inspirar, encontrar uma fonte de ideias. Cada pessoa é única e precisa encontrar seu próprio jeito. Não adianta querer copiar exatamente alguém ou seguir exatamente um conteúdo. Aproveite o que é bom após conhecer o que há “lá fora”, olhe para você e aplique o que for útil.

5º Passo: Crie ações específicas e realizáveis (sempre). Aqui está uma essência para conseguir colocar em prática a mudança. Quanto mais simples e fácil for a ação, quanto mais claro estiver para você o que fazer na prática, mais chances de realizá-la. Por isso, é preciso criar pequenos passos até alcançar o passo maior. É como subir uma escada. Se ela tem 30 degraus, não adianta achar que dará um pulo e chegará no último. Precisará percorrer o caminho, passo a passo, colocando esforço e energia, mas ao mesmo tempo, respeitando a velocidade e processo.

6º Passo: Mantenha sua atenção direcionada (foco) no processo e resultado que quer atingir.

É fácil se distrair daquilo que é seu objetivo e do que você precisa fazer para chegar onde quer. São tantas as demandas externas, que se você não fizer um esforço, realmente, vai se esquecer e deixar sempre para depois. É um exercício de concentração e você pode usar recursos como lembretes, notificações, alguma forma de checagem para que seus pensamentos sejam concretizados. Uma boa pergunta é também: quem ou o que pode te ajudar?

7º Passo: coloque em prática, com repetição, consistência e frequência. Sem isso, não é possível criar um novo hábito ou comportamento. Dependendo do que você quer mudar, pode levar dias ou meses para conseguir. Não adianta tentar uma ou algumas vezes e parar no caminho. Esforço é palavra chave. Continuidade é o lema. É um processo de aprendizagem. Por isso, exige que você vença as resistências que surgem, pois vai demandar energia e sua tendência será de ficar na zona de conforto. Ter consciência disso pode te ajudar.

Qual desses passos chamou mais sua atenção? O que você gostaria de colocar em prática nos próximos dias? Desejo sucesso em suas transformações em 2017!

Patrícia Schuindt7 passos para mudar hábitos e comportamentos
Ler mais

Quem é você, na versão atualizada?

No comments
Quem é você? Essa é uma das perguntas mais poderosas que conheço…E “quem é você, na versão atualizada”, é uma provocação de pensamento, pois no movimento, em direção aos nossos propósitos, nos modificamos, crescemos, nos desenvolvemos…Logo, quem eu era há 10 anos, é diferente de quem sou hoje. Existe, sim, uma essência, uma invariabilidade dos seres, mas, como humanos, somos Ato e Potência – somos quem somos hoje, mas existe em nós muito potencial, que poderá vir a realizar-se no futuro.
“A mudança dos seres, não contraria o princípio da identidade, já que representa apenas a atualização da potência nela contidas”. Aristóteles.
Um exemplo: quando vemos uma semente de girassol, estamos vendo ato e potência. É ato, pois tem uma existência real, é um fato realizado e concreto. Mas, além de ser uma semente como ato, ela também é potência, tem um vir-a-ser, tem suas possibilidades, seu potencial para tornar um girassol, se oferecidas todas as condições para florescer. Assim somos nós – hoje somos ato e potência. Temos muito potencial a ser atualizado. Muitas possibilidades, transformações.
 
O que você pensa sobre isso? Essa reflexão me traz os seguintes pensamentos:
 
* Tudo tem seu tempo – as transformações são um processo.
* Todos temos potenciais que precisam ser muito bem cuidados para “florescer” e para isso, um primeiro passo é acreditar no potencial “da semente”.
* Transformar crenças é fundamental, pois crenças limitantes podem nos atrapalhar e impedir de arriscar a fazer algo e ir além, limitando o potencial.
* Acreditar no potencial traz segurança e uma atitude de olhar para nós e para os outros como em constante mudança e como pessoas que são capazes de ser mais do que se pode ver hoje…
Tudo isso traz um enorme sentido à minha atuação – vontade de contribuir com o “florescimento” de outras pessoas, esperança pelo que virá a ser e gratidão por tudo que já “floresceu”.
 
 
 
Patrícia SchuindtQuem é você, na versão atualizada?
Ler mais

3 motivos pelos quais é importante se conhecer.

No comments

Quais são os benefícios do autoconhecimento? O que muda quando nos conhecemos melhor? Não é a toa que esse tema seja tão citado por pessoas que trabalham com desenvolvimento…ele impacta no presente e no futuro – que está em construção exatamente agora. Aproveite pra refletir! Veja o vídeo:

Patrícia Schuindt3 motivos pelos quais é importante se conhecer.
Ler mais

Crescimento e Resultados – Competências-chave

No comments

Que competências você precisa ter para obter o melhor desempenho em sua atuação?

E quais são as competências que precisam ser desenvolvidas para crescer? 

 

Essas são perguntas fundamentais que, tanto pessoas, quanto organizações, precisam responder.

 

Quando falamos de alcançar resultados, ter crescimento e ter o máximo desempenho, considerar quais são as Competências, técnicas e comportamentais, presentes hoje e quais são as competências que seriam necessárias em um cenário ideal, é um primeiro passo para que ocorra o desenvolvimento – ter a consciência do que precisa mudar e de onde quer chegar.

 

Para você que não está habituado a este conceito de Competências, um jeito simples de compreender, é o acrônimo CHÁ:

 

C – Conhecimento

H – Habilidade 

A – Atitude

 

A integração desses três elementos forma uma Competência.

Ter Conhecimento, é saber algo, ter a informação.

Ter a Habilidade, é ter a capacidade para fazer.

E ter Atitude é a disposição interna, o querer fazer, que se transforma em ação.

 

E por que quando falamos em Competências, associamos a esses três elementos integrados?

 

Porque não adianta ter conhecimento e ter habilidade para algo, se não há atitude para colocar em prática. Da mesma forma, quando você tem Atitude, precisa buscar o conhecimento e desenvolver a Habilidade. Ou quando tem a Habilidade e a Atitude, precisa desenvolver o Conhecimento. Por isso, quando de fato há o conhecimento, a habilidade e a atitude juntos é a Competência concretizada (e há diferentes níveis de uma mesma competência – por exemplo, o que se espera de um Gerente, com relação a Planejamento Estratégico, é diferente do que se espera de um Diretor).

 

Uma outra forma cotidiana de falar de competências é comparar ao Esporte. Vamos falar especificamente do Ciclismo. Você pode ter o Conhecimento sobre a bicicleta, saber da importância de manter o equilíbrio, pedalar, freiar…Mas, precisa também ter a Habilidade – capacidade intelectual e física para executar esses comandos. Por fim, mesmo com todo Conhecimento e Habilidade, se não há Atitude, você não vai sair pedalandoBicicleta por aí e não vai desenvolver sua Competência de andar de Bicicleta. Pode ter todo potencial para isso, mas não coloca em prática, por algum motivo. Agora, se os três fatores estiverem juntos, você vai aprender, treinar, se tornar cada vez mais competente na atividade. Assim também é em diversas outras situações. Aplique esse racional ao que você faz no cotidiano e perceba seu nível de competência no que você faz e o que precisa desenvolver. Lembre-se que tem níveis de Competência e que com Treino e Significado, é possível melhorar sempre.
Nós não somos bons em tudo, nem teremos todas as Competências de forma padrão – pois cada ser humano é único, tem sua própria Identidade. Por isso, conhecer a si mesmo é um passo importante para saber como desenvolver determinadas Competências necessárias para seguir em direção a um Propósito. Essa consciência de ter um Propósito, um sentido, é parte fundamental do processo de desenvolvimento. Isso se aplica a pessoas e organizações.

 

Portanto, se tenho um determinado objetivo, preciso refletir sobre quais são as competências necessárias para alcançá-lo. O que preciso desenvolver em mim ou em minha organização? 

 

A partir dessa consciência, é importante definir quais são os indicadores dessa Competência a ser desenvolvida. O que me dirá que sou Competente em meu Planejamento? Quais são os conhecimentos, habilidades e atitudes que preciso ter? E em Gestão de pessoas? Visão Sistêmica? Comunicação? O mesmo racional pode ser aplicado para outras competências.

 

 

Para desenvolver Competências, é necessário que ocorra um Processo de reflexão sobre esses aspectos (Propósitos, Identidade, Indicadores, Objetivos) e a Neurociência nos ensina que para que ocorram mudanças efetivas é preciso ter foco direcionado, aplicação de ações práticas e repetição consistente de novas ações. 

 

O que você pode fazer essa semana para avançar com relação a este assunto?

 

A R122 Coaching tem duas soluções que podem te ajudar nesse processo:

 

O Coaching Executivo (contratação pela empresa) e o Coaching Pessoal (contratação por pessoa física) para o desenvolvimento de competências e habilidades, ou para obtenção de objetivos específicos.

 

Agende uma reunião para conhecer nosso Processo e saber os benefícios de fazer Coaching para alcançar as mudanças que você quer!

Patrícia SchuindtCrescimento e Resultados – Competências-chave
Ler mais

Como obter mudanças – Neurociência e Coaching.

No comments

“Não consigo agir diferente”/”Nasci assim, não vou mudar”/”Não nasci com essa habilidade”/”Essa é minha natureza”.

Esses são pensamentos de que nosso cérebro/ou nós, somos imutáveis, inalteráveis. São pensamentos retrógrados e conceitos de cientistas de antigamente.

As descobertas atuais da neurociência indicam que temos a capacidade de desenvolver novos hábitos e comportamentos, a partir da atenção direcionada, repetição e prática.

Novos pensamentos e novas habilidades “cavam” novos caminhos no cérebro.

É simplesmente incrível – mesmo na idade adulta, temos a possibilidade de mudar a estrutura e função do cérebro – temos Neuroplasticidade cerebral. Ou seja, segundo o texto, nosso cérebro, na verdade, é como plástico. É possível mudar crenças, pensamentos, emoções. “Você é o Arquiteto do seu cérebro. Você tem o poder de agir contra impulsos perigosos”.Veja o infográfico no Link abaixo (é em inglês).

Se você achava que não conseguia mudar ou crescer, atualize seus conhecimentos e busque agir diferente. Fácil e simples, talvez não seja. Requer esforço e um desejo muito grande de mudança. Mas, temos a informação, basta por à prova de uma forma coerente e atitude de determinação.

Faça Coaching para desenvolver suas habilidades – através do processo, você focará sua atenção, refletirá e criará meios práticos para avançar.

Escreva para nós: contato@r122coaching.com.br

‪#‎mudança‬ ‪#‎neuroplasticidade‬ ‪#‎coachingdehabilidades‬‪#‎autoconhecimento‬ ‪#‎neurociência‬

Veja o texto base para a reflexão (de onde veio a imagem do post também e o infográfico citado): http://bigthink.com/ideafeed/this-nifty-infographic-is-a-great-introduction-to-neuroplasticity?utm_campaign=Echobox&utm_content=26169506&utm_medium=social&utm_source=facebook#link_time=1459351435

Patrícia SchuindtComo obter mudanças – Neurociência e Coaching.
Ler mais

Como transformar feedbacks negativos em crescimento.

No comments

Como você reage a Feedbacks?

Dar e receber feedback “positivo” é algo “empoderador” e que ajuda a aumentar a autoconfiança para ir além e para saber que “está no caminho certo”.

Ao mesmo tempo, dar e receber feedback “negativo”, em um primeiro momento pode ser desconfortável, causar reações emocionais não desejadas e enfraquecer a autoestima. Não é nada agradável saber que um trabalho que fez, não atendeu as expectativas. Não é gostoso saber que características pessoais estão incomodando ou causando conflitos, na vida pessoal ou trabalho:

– sua forma de falar é muito agressiva.

– você é inflexível.

– você não se importa com as pessoas.

– você acha que sua opinião é sempre a melhor.

– você precisa se posicionar mais diante de clientes.

– você não sabe falar não.

– você é muito competitivo.

– você precisa se organizar melhor.

– você se preocupa demais.

– você precisa escutar mais.

– você não é nada empático.

– você não aceita mudanças.

– precisa desenvolver-se melhor tecnicamente.

E por aí vai.

O foco com este post é:

– O que você aprende sobre você ao ouvir feedbacks de outras pessoas?

– Será que existe alguma verdade sobre quem você é e como você age, que você está negando?

– Qual o impacto disso?

– Qual seria uma forma construtiva de utilizar essa informação?

Tomar consciência sobre si, é fundamental para se desenvolver. E escutar sinais que outras pessoas dão, pode ser um bom caminho.

Não estou dizendo aqui sobre se preocupar exageradamente sobre o que os outros pensam e viver para atender a expectativa das pessoas. Sim, eu sei que precisamos ser autênticos, “ser a gente mesmo”, mas existe uma linha tênue neste sentido e tudo depende dos objetivos que se quer alcançar.

Se eu quero me relacionar bem com as pessoas e ter alianças duradouras, mas sou muito resistente à ideia dos outros sempre, quero estar certo sempre e sou agressiva na forma de falar, não me importando com o sentimento dos outros, o que pode acontecer?

Se alguém me diz que me preocupo demais, no sentido de autocobrança e de querer controlar tudo, e eu quero ter um bem-estar melhor, o que posso aprender com esse olhar sobre mim? Talvez eu realmente precise aprender a “desapegar” do controle excessivo e da preocupação que é improdutiva, afinal, posso gerar estresse maior do que realmente o necessário e limitar minha capacidade pelo excesso de crítica. A vida pode ser mais leve.

Equilibrar o impacto da visão do outro sobre você (tanto positiva quanto negativa), pode ser bom – não tomar tudo que os outros falam como sendo verdade absoluta, mas ao mesmo tempo usar aquilo como elemento de reflexão e de crescimento. É isso:

Feedback = elemento para reflexão a fim de obter resultados mais satisfatórios na vida pessoal e profissional. A partir do que descubro, posso agir e fazer escolhas.

Se recebo um feedback de um gestor a respeito da minha postura com clientes, de que preciso ter um posicionamento melhor e arriscar mais – e realmente quero permanecer na empresa e crescer lá dentro – preciso criar estratégias para desenvolver competências que me ajudarão nisso.

Às vezes pode doer um pouquinho reconhecer as verdades, mas é libertador e um passo importante para libertar o potencial e criar planos de ação.

Patrícia SchuindtComo transformar feedbacks negativos em crescimento.
Ler mais