Quem é você, na versão atualizada?

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Quem é você? Essa é uma das perguntas mais poderosas que conheço…E “quem é você, na versão atualizada”, é uma provocação de pensamento, pois no movimento, em direção aos nossos propósitos, nos modificamos, crescemos, nos desenvolvemos…Logo, quem eu era há 10 anos, é diferente de quem sou hoje. Existe, sim, uma essência, uma invariabilidade dos seres, mas, como humanos, somos Ato e Potência – somos quem somos hoje, mas existe em nós muito potencial, que poderá vir a realizar-se no futuro.
“A mudança dos seres, não contraria o princípio da identidade, já que representa apenas a atualização da potência nela contidas”. Aristóteles.
Um exemplo: quando vemos uma semente de girassol, estamos vendo ato e potência. É ato, pois tem uma existência real, é um fato realizado e concreto. Mas, além de ser uma semente como ato, ela também é potência, tem um vir-a-ser, tem suas possibilidades, seu potencial para tornar um girassol, se oferecidas todas as condições para florescer. Assim somos nós – hoje somos ato e potência. Temos muito potencial a ser atualizado. Muitas possibilidades, transformações.
 
O que você pensa sobre isso? Essa reflexão me traz os seguintes pensamentos:
 
* Tudo tem seu tempo – as transformações são um processo.
* Todos temos potenciais que precisam ser muito bem cuidados para “florescer” e para isso, um primeiro passo é acreditar no potencial “da semente”.
* Transformar crenças é fundamental, pois crenças limitantes podem nos atrapalhar e impedir de arriscar a fazer algo e ir além, limitando o potencial.
* Acreditar no potencial traz segurança e uma atitude de olhar para nós e para os outros como em constante mudança e como pessoas que são capazes de ser mais do que se pode ver hoje…
Tudo isso traz um enorme sentido à minha atuação – vontade de contribuir com o “florescimento” de outras pessoas, esperança pelo que virá a ser e gratidão por tudo que já “floresceu”.
 
 
 
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Crescimento e Resultados – Competências-chave

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Que competências você precisa ter para obter o melhor desempenho em sua atuação?

E quais são as competências que precisam ser desenvolvidas para crescer? 

 

Essas são perguntas fundamentais que, tanto pessoas, quanto organizações, precisam responder.

 

Quando falamos de alcançar resultados, ter crescimento e ter o máximo desempenho, considerar quais são as Competências, técnicas e comportamentais, presentes hoje e quais são as competências que seriam necessárias em um cenário ideal, é um primeiro passo para que ocorra o desenvolvimento – ter a consciência do que precisa mudar e de onde quer chegar.

 

Para você que não está habituado a este conceito de Competências, um jeito simples de compreender, é o acrônimo CHÁ:

 

C – Conhecimento

H – Habilidade 

A – Atitude

 

A integração desses três elementos forma uma Competência.

Ter Conhecimento, é saber algo, ter a informação.

Ter a Habilidade, é ter a capacidade para fazer.

E ter Atitude é a disposição interna, o querer fazer, que se transforma em ação.

 

E por que quando falamos em Competências, associamos a esses três elementos integrados?

 

Porque não adianta ter conhecimento e ter habilidade para algo, se não há atitude para colocar em prática. Da mesma forma, quando você tem Atitude, precisa buscar o conhecimento e desenvolver a Habilidade. Ou quando tem a Habilidade e a Atitude, precisa desenvolver o Conhecimento. Por isso, quando de fato há o conhecimento, a habilidade e a atitude juntos é a Competência concretizada (e há diferentes níveis de uma mesma competência – por exemplo, o que se espera de um Gerente, com relação a Planejamento Estratégico, é diferente do que se espera de um Diretor).

 

Uma outra forma cotidiana de falar de competências é comparar ao Esporte. Vamos falar especificamente do Ciclismo. Você pode ter o Conhecimento sobre a bicicleta, saber da importância de manter o equilíbrio, pedalar, freiar…Mas, precisa também ter a Habilidade – capacidade intelectual e física para executar esses comandos. Por fim, mesmo com todo Conhecimento e Habilidade, se não há Atitude, você não vai sair pedalandoBicicleta por aí e não vai desenvolver sua Competência de andar de Bicicleta. Pode ter todo potencial para isso, mas não coloca em prática, por algum motivo. Agora, se os três fatores estiverem juntos, você vai aprender, treinar, se tornar cada vez mais competente na atividade. Assim também é em diversas outras situações. Aplique esse racional ao que você faz no cotidiano e perceba seu nível de competência no que você faz e o que precisa desenvolver. Lembre-se que tem níveis de Competência e que com Treino e Significado, é possível melhorar sempre.
Nós não somos bons em tudo, nem teremos todas as Competências de forma padrão – pois cada ser humano é único, tem sua própria Identidade. Por isso, conhecer a si mesmo é um passo importante para saber como desenvolver determinadas Competências necessárias para seguir em direção a um Propósito. Essa consciência de ter um Propósito, um sentido, é parte fundamental do processo de desenvolvimento. Isso se aplica a pessoas e organizações.

 

Portanto, se tenho um determinado objetivo, preciso refletir sobre quais são as competências necessárias para alcançá-lo. O que preciso desenvolver em mim ou em minha organização? 

 

A partir dessa consciência, é importante definir quais são os indicadores dessa Competência a ser desenvolvida. O que me dirá que sou Competente em meu Planejamento? Quais são os conhecimentos, habilidades e atitudes que preciso ter? E em Gestão de pessoas? Visão Sistêmica? Comunicação? O mesmo racional pode ser aplicado para outras competências.

 

 

Para desenvolver Competências, é necessário que ocorra um Processo de reflexão sobre esses aspectos (Propósitos, Identidade, Indicadores, Objetivos) e a Neurociência nos ensina que para que ocorram mudanças efetivas é preciso ter foco direcionado, aplicação de ações práticas e repetição consistente de novas ações. 

 

O que você pode fazer essa semana para avançar com relação a este assunto?

 

A R122 Coaching tem duas soluções que podem te ajudar nesse processo:

 

O Coaching Executivo (contratação pela empresa) e o Coaching Pessoal (contratação por pessoa física) para o desenvolvimento de competências e habilidades, ou para obtenção de objetivos específicos.

 

Agende uma reunião para conhecer nosso Processo e saber os benefícios de fazer Coaching para alcançar as mudanças que você quer!

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Reflexões e ações para vencer os medos.

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Alguns de nossos medos se tornam muito maiores do que poderiam ou deveriam ser.

Qual o medo que você precisa vencer atualmente?

Já ouvi muitos relatos de pessoas que descobriram que o medo que tinham com relação a algo era exagerado, uma espécie de “tortura mental fantasiosa”. Elas diziam que quando paravam realmente para pensar no que era verdade e na capacidade que tinham para enfrentar as situações, o medo reduzia ou “ia embora”. Elas perceberam que que estavam agindo no automático, com aquela reação sem reflexão, que não levava aos melhores resultados.

É muito importante vencer o nosso medo.

Por quê?

Pois se ele nos dominar, corremos o risco de não realizar o que sonhamos e não fazer o que precisamos para que ocorra o crescimento e amadurecimento. Afinal, medo é uma emoção de baixa potência, o que quer dizer que ele nos afasta do objeto causador da emoção.

O que isso quer dizer? Que se eu tenho medo de algo, a tendência é me afastar daquilo, fugir, evitar, ou ficar paralisado, sem ação. É uma proteção. Nos ajuda a evitar perigos, riscos desnecessários e nos defender em determinadas situações, mas em muitos momentos, se o medo não for analisado, questionado e superado, pode nos afastar de nossos objetivos.

Um exemplo: “quero crescer em minha carreira. Para isso, preciso assumir novos desafios em meu trabalho. Tenho a oportunidade assumir a liderança de um projeto. Mas, tenho medo. Deixo meu medo me dominar e digo não. É melhor evitar o erro. Evitar os riscos é mais seguro.”

Então, você se afasta de ações importantes para seu crescimento. E repete isso várias vezes. Chega um momento em que os anos passaram e não está onde gostaria. Porque talvez o medo tenha sido seu guia. E não os seus sonhos, objetivos, capacidades…

Um outro exemplo: “quero fazer boas falas em reuniões, ou em eventos. Mas, quando tenho a oportunidade, fico com medo e “passo a vez”. Me calo. O medo é maior do que a coragem de me expressar.”

Logo, você evita essa situação. Sendo que, para evoluir, o que precisa ser feito é justamente o contrário – você precisa assumir os desafios, se preparar, desenvolver as habilidades necessárias e ir corajosamente fazer o que é importante para você e está relacionado ao seu propósito.

É um tanto complexo – como venço o medo? Agindo corajosamente. Como venço desafios? Enfrentando-os. Não dá para esperar a perfeição, sentir-se totalmente pronto, ter toda sensação que leva a ação. É um trabalho de reflexão e ação consciente. Ter a visão do futuro que quer construir, toda faz diferença.

Em resumo, é um pouco disso:

Tem uma situação desafiadora – eu tenho medo – 2 reações possíveis:

1) Mesmo com medo, me preparo, desenvolvo habilidades e treino para enfrentar corajosamente. Vou para a ação com coragem.

2) Fujo da situação. Evito o risco. Afinal, tenho medo. E se der tudo errado? E se eu fracassar?

Qual tem sido a sua reação frequentemente?

Uma sugestão é mudar a pergunta “e se der tudo errado” para “o que preciso fazer para dar certo?”

Se você tem medo de algo, precisa refletir sobre as variáveis de forma realista e ir para ação com ousadia e coragem, pois há um grande perigo de você evitar situações desafiadoras, mas que são justamente situações importantes para seu crescimento e amadurecimento. Claro que é importante dimensionar, checar possibilidades, bem como lançar-se passo a passo. O que não dá para fazer é ficar estagnado, fugir, evitar desafios pelo medo. Se você der um passo, já saiu do mesmo lugar.

Deixo aqui algumas perguntas para reflexão. Pense em sua situação atual:

– Do que eu tenho medo?

– Quais as causas desse medo?

– O que ele tem a me dizer?

– Por que preciso encarar o medo para buscar meus objetivos?

– Como posso me preparar?

– Quais são as estratégias que vou utilizar para vencer o medo?

Conectar-se com o presente, analisar a realidade e fatos e o que pode efetivamente ser feito e controlado, é um exercício importante para colocar a atenção no lugar certo. Faça isso!

E, pra finalizar, se você não consegue avançar sozinho nessa questão, talvez seja exatamente o momento de procurar ajuda de um profissional. O caminho poderá ser facilitado e o processo se tornará mais forte.

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Como transformar feedbacks negativos em crescimento.

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Como você reage a Feedbacks?

Dar e receber feedback “positivo” é algo “empoderador” e que ajuda a aumentar a autoconfiança para ir além e para saber que “está no caminho certo”.

Ao mesmo tempo, dar e receber feedback “negativo”, em um primeiro momento pode ser desconfortável, causar reações emocionais não desejadas e enfraquecer a autoestima. Não é nada agradável saber que um trabalho que fez, não atendeu as expectativas. Não é gostoso saber que características pessoais estão incomodando ou causando conflitos, na vida pessoal ou trabalho:

– sua forma de falar é muito agressiva.

– você é inflexível.

– você não se importa com as pessoas.

– você acha que sua opinião é sempre a melhor.

– você precisa se posicionar mais diante de clientes.

– você não sabe falar não.

– você é muito competitivo.

– você precisa se organizar melhor.

– você se preocupa demais.

– você precisa escutar mais.

– você não é nada empático.

– você não aceita mudanças.

– precisa desenvolver-se melhor tecnicamente.

E por aí vai.

O foco com este post é:

– O que você aprende sobre você ao ouvir feedbacks de outras pessoas?

– Será que existe alguma verdade sobre quem você é e como você age, que você está negando?

– Qual o impacto disso?

– Qual seria uma forma construtiva de utilizar essa informação?

Tomar consciência sobre si, é fundamental para se desenvolver. E escutar sinais que outras pessoas dão, pode ser um bom caminho.

Não estou dizendo aqui sobre se preocupar exageradamente sobre o que os outros pensam e viver para atender a expectativa das pessoas. Sim, eu sei que precisamos ser autênticos, “ser a gente mesmo”, mas existe uma linha tênue neste sentido e tudo depende dos objetivos que se quer alcançar.

Se eu quero me relacionar bem com as pessoas e ter alianças duradouras, mas sou muito resistente à ideia dos outros sempre, quero estar certo sempre e sou agressiva na forma de falar, não me importando com o sentimento dos outros, o que pode acontecer?

Se alguém me diz que me preocupo demais, no sentido de autocobrança e de querer controlar tudo, e eu quero ter um bem-estar melhor, o que posso aprender com esse olhar sobre mim? Talvez eu realmente precise aprender a “desapegar” do controle excessivo e da preocupação que é improdutiva, afinal, posso gerar estresse maior do que realmente o necessário e limitar minha capacidade pelo excesso de crítica. A vida pode ser mais leve.

Equilibrar o impacto da visão do outro sobre você (tanto positiva quanto negativa), pode ser bom – não tomar tudo que os outros falam como sendo verdade absoluta, mas ao mesmo tempo usar aquilo como elemento de reflexão e de crescimento. É isso:

Feedback = elemento para reflexão a fim de obter resultados mais satisfatórios na vida pessoal e profissional. A partir do que descubro, posso agir e fazer escolhas.

Se recebo um feedback de um gestor a respeito da minha postura com clientes, de que preciso ter um posicionamento melhor e arriscar mais – e realmente quero permanecer na empresa e crescer lá dentro – preciso criar estratégias para desenvolver competências que me ajudarão nisso.

Às vezes pode doer um pouquinho reconhecer as verdades, mas é libertador e um passo importante para libertar o potencial e criar planos de ação.

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Por que é tão importante parar para refletir?

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Parar para refletir é algo de extremo valor, mas é uma atitude amplamente negligenciada.

Para ter melhores resultados, relacionamentos e bem-estar, é preciso colocar voluntariamente sua atenção em assuntos importantes para você. Questionar-se quanto a forma de pensar e agir. Ter uma mentalidade de crescimento.

Sem reflexão, pode ser que você esteja em ciclos destrutivos, agindo repetidamente da mesma forma e se prejudicando.

O que será que precisa mudar em você?

Quando refletimos, saímos do piloto automático e fazemos escolhas sobre como agir.

É muito comum encontrar pessoas que sentem-se insatisfeitas em seus relacionamentos, no trabalho, na vida em geral e que ao refletirem, percebem ciclos destrutivos e crenças limitantes, que ao serem quebrados e transformados, abrem espaço a uma nova forma de agir e a novas alternativa, que antes não eram vistas.

Questione-se. Busque conhecimento. Observe seus comportamentos e emoções. Esse é um processo valioso para encontrar melhores formas de viver.

 

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