A merecida crítica ao “Coaching”

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Sabemos o quanto o Coaching tem crescido no Brasil e o quanto ele é importante como metodologia de desenvolvimento de pessoas e realização de projetos.

Ao mesmo tempo, tem surgido cada vez mais pessoas se levantando contra o “Coaching”. Algumas pessoas têm tido aversão à palavra Coaching e a tudo o que se relaciona a este universo. Tem até algumas páginas na internet dedicadas a fazer críticas, muitas vezes severas à prática. 

Existe também um movimento propondo a criminalização do Coaching como profissão, que está tramitando no Senado. Como você pode ver nesse texto (clique aqui).

Por outro lado, surge esse outro movimento buscando a regulamentação do Coaching como Profissão (como citado no mesmo texto acima). 

Acho ótimo que ocorram discussões desse tipo. E é justamente sobre isso que quero falar nesse texto.

Quando começo a ler as críticas e posicionamentos contra o “Coaching”, fico refletindo e ponderando alguns pontos. E, no fim, percebo que o que estão falando sobre o “Coaching”, em grande parte têm razão. Por isso, o nome do texto “as merecidas críticas”…Vou explicar logo abaixo.

O primeiro ponto que quero trazer aqui são na verdade perguntas:

– De que Coaching estão falando?

– Quem é esse Coach que tem sido criticado intensamente? 

Ao responder essas perguntas, muitas questões são esclarecidas. Porque existe “Coaching” / “Coach” (entre aspas) e Coaching Coach verdadeiros. É importante compreender diferenças.

Sobre o “Coaching” / “Coach“: existe nesse mercado, pessoas que se posicionam sem ética e competência para atuar, se autointitulando Coaches.  Tem pessoas que apresentam o Coaching com propagandas enganosas. São os “milagreiros”, que vendem uma ideia do Coaching como solução para tudo no universo e a resposta mágica para qualquer tipo de questão…Então, só para destacar esses dois pontos:

  1. Coaching não é a solução para tudo (tão óbvio, né? Mas tem sido necessário explicar). Existem abordagens que podem ser mais adequadas, dependendo da situação. Por exemplo, a Psicoterapia, a Consultoria e a Mentoria, são possibilidades de processos que podem ser indicados em determinados casos. 
  2. Nem tudo que recebe o nome de “Coaching” é Coaching. Sempre existiu e sempre existirão as pessoas que usam nomes indevidos, para atrair pessoas e gerar vendas, conforme a onda do momento. Não é mesmo? E tem sido assim. Tem gente dizendo que é Coach, que não é Coach. Tem gente dizendo que faz Coaching, que não faz Coaching.

Então, quero explicar um pouco do Coaching que conheço e entendo como metodologia de desenvolvimento. Onde o Coach (que é o profissional), é capacitado para facilitar o pensamento e processo do Coachee (pessoa que passa pelo Coaching).

Coach facilita, através de suas competências, um processo de reflexão e desenvolvimento. Onde o Coachee define seus objetivos, reflete sobre si e sobre como alcançá-los, se conhece e busca sua transformação, com ideias e ações práticas. É um processo de maximização de potencial e crescimento.

Um Coach pode ser, por exemplo, credenciado à ICF, que é a International Coach Federation, uma organização global que busca a qualidade e ética na atuação profissional do Coaching. Os Coaches que são credenciados à ICF têm como se fosse um “selo de qualidade”, porque são capacitados e precisam demonstrar essa capacitação para receberem o credenciamento. Clique abaixo para abrir os links com as 11 competências da ICF e o Código de Ética da organização: 

Clique aqui para ver o Código de Ética ICF .

Clique aqui para ver as Competências ICF. 

Nós da R122 acreditamos nesse caminho e priorizamos em nosso time essa base e definição.  

E dentro desse contexto de credenciamento, existem três níveis:

O Coach ACC (Associate Certified Coach)

O Coach PCC (Professional Certified Coach)

O Coach MCC (Master Certified Coach)

Para cada nível desses credenciamentos, é exigido um número mínimo de horas completas de treinamento, uma quantidade mínima de horas de experiência e uma nota mínima em uma avaliação padrão, para medir os conhecimentos em Coaching.

Aqui vai um detalhe. Para ser um MCC, ou seja, um Master Coach, é preciso ter muita experiência prática, conhecimento e comprovar isso. O processo leva anos. Diferente de algumas situações onde para ser um Master Coach, você faz um curso e pode obter o título mais rapidamente.

O detalhe também é que a ICF não é uma escola de Coaching, é uma organização sem fins lucrativos, constituída por profissionais do mundo todo, de diferentes instituições.

Veja mais informações sobre o credenciamento à ICF aqui (é só clicar).

Finalizando, apresentei essas informações até mais técnicas, mas para que você entenda um pouco mais do que está acontecendo e conheça nosso posicionamento.

Sempre que estiver em dúvida sobre o Coaching, procure se informar e conhecer qual a formação e a trajetória da pessoa e onde ela está inserida nesse contexto todo. Esse é um ponto importante para diferenciar de que Coach estamos falando.

E se você tiver qualquer dúvida, qualquer questão ou mesmo quiser vivenciar uma sessão de Coaching com alguém de nós da R122, estamos por aqui para conversar.  

E vamos levar essa conscientização que é tão importante para que haja coerência e que tenhamos um mercado justo, correto e que as pessoas entendam o Coaching como uma ótima possibilidade dentre outras, dependendo de cada situação.

Patrícia SchuindtA merecida crítica ao “Coaching”
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Competências – Série “O Novo Líder (1)

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Um dos principais motivos de procura do Coaching é a transformação da liderança. Tanto indivíduos que sentem que é o momento de se capacitar, quanto as organizações em seus programas de desenvolvimento.

Dentre as principais questões que aparecem, está o seguinte fato: os profissionais, ao se destacarem em suas funções técnicas, por entregarem muitos resultados, fazerem um trabalho de qualidade, obtém uma promoção, por exemplo, ao cargo de supervisão e coordenação, mas aí se deparam com um dilema – o desafio não é mais a entrega dos resultados em si.

Mas passa a ser o desafio relacionado a liderar as pessoas da sua equipe, para juntos entregarem os resultados.

E nesse novo cenário, existem muitas mudanças com relação às competências que esse profissional precisará ter para terem um bom desempenho como equipe.

Competências são: conhecimentos, habilidades e atitudes que juntos fazem com que tenhamos bom desempenho em algo.

O ideal é que ocorra a capacitação antes de assumir o novo cargo. Mas, se essa não for a realidade, no próprio percurso como líder, existem muitas possibilidades de desenvolvimento.

E eu vou compartilhar com vocês, pontos específicos de desenvolvimento para esse novo líder. Então sempre que você observar daqui pra frente esse termo O NOVO LÍDER, ele faz parte de um todo, uma série de conteúdos relacionados ao cenário que descrevi aqui.

Pra começar, quero deixar algumas perguntas:

Quais são as competências necessárias a um líder?

Em que aspectos o líder precisa ser muito bom?

Pense em seu contexto e nas experiências que já teve, o que você pensa sobre isso?

Para te ajudar nessa reflexão, nós da R122 temos um documento com 22 competências descritas. E você pode se autoavaliar para definir passos de avanço. Mande uma mensagem ou um e-mail e enviamos a você. Ok? E-mail: pschuindt@r122.com.br

Por hoje é isso – foco em refletir e perceber sobre COMPETÊNCIAS. 

Patrícia SchuindtCompetências – Série “O Novo Líder (1)
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Cultura de Coaching nas organizações – qual o impacto?

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Como é a cultura e o clima em sua organização? Como os líderes pensam e agem diariamente? E qual o impacto disso?

Na Cultura de Coaching, o Líder tem um Estilo de Liderança que é marcado por uma mentalidade de crescimento. As crenças, valores e atitudes, podem ser traduzidos em algumas afirmações como:

“Como Líder, acredito no desenvolvimento das pessoas e sei que tenho um papel ativo neste processo”. 

“Minha comunicação gera impacto no outro, por isso, escolho com cuidado a forma e as palavras com as quais me expresso”.

“Conversas transformacionais estão em minhas prioridades”. 

“Reconheço as pessoas diariamente, pois sei do impacto disso em seu crescimento, segurança e direcionamento para resultados”. 

“Escuto e faço peguntas que facilitam o avanço para o resultado e amadurecimento dos indivíduos e equipes”. 

“Estabeleço acordos claros, planejo e acompanho resultados de forma colaborativa”. 

“Quero gerar ambientes positivos de reflexão, focados na visão, solução, ação e resultados”. 

Se você vê essas afirmações como algo distante para si e sua organização, o convido a refletir sobre qual seria o impacto se adotasse essa nova forma de pensar e agir! É um processo diário.

Quando decidimos nos conhecer e aprimorar habilidades, as transformações ocorrem em nós e no ambiente ao redor. Em nossa experiência com diversos líderes e organizações, vemos que ter o que chamamos de habilidades de Coaching como possíveis ferramentas de liderança, é algo bastante positivo.

Essas habilidades são: Escuta Ativa, Perguntas Poderosas, Nova Conscientização, Comunicação Direta, Acordo de Coaching, Relação de Coaching, Ação e Responsabilidade e Linguagem Artística. 

Um líder que tem essas habilidades desenvolvidas, aprende a maximizar o potencial de sua equipe. Com isso, tem menor sobrecarga pessoal, forma equipes de alto desempenho, cria espaço para crescimento pessoal e abre espaço para novas visões e estratégias.

Se quiser saber mais sobre isso, mande uma mensagem!

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VUCA e 4 Fases da Liderança

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Vivemos um mundo VUCA. Este acrônimo de palavras em inglês, surgiu na década de 1990 para definir o mundo Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo do contexto pós-Guerra Fria, sendo que no contexto corporativo ele começou a ser usado mais recentemente para se embasar o cenário altamente fluido que vivemos e as necessidades de adaptação daí decorrentes.

Como um Líder pode atuar de forma positiva neste contexto, onde as mudanças são ágeis?

Ao pensarmos sobre isso, chegamos a uma habilidade essencial a ser desenvolvida – a Adaptabilidade. Um Líder com esta habilidade consegue gerenciar bem sua equipe e avançar em direção aos resultados. Ao aprofundarmos a nossa reflexão, paramos para pensar também em como o Líder-Coach atua neste contexto atual. Um Líder que desenvolve habilidades de Coaching seria um Líder mais preparado para lidar nesta realidade? A nossa resposta é que sim!

Um líder-coach tem, dentre suas capacitações, a de ‘estar presente’, no momento, sendo apto a ‘dançar conforme a música’. Ele desenvolve isso porque, ao ser facilitador do crescimento de outras pessoas está sempre atento ao momento delas e aquilo que pode ser utilizado para seu ‘empoderamento’ e crescimento. Com isso o líder-coach desenvolve também uma maior intuição e condições de tomar decisões com menos informações, sendo mais ágil a responder ao contexto como ele se apresenta.

Além disso, o Líder-Coach cria ambientes de reflexão, espaços mais colaborativos que promovem inovação e engajamento das pessoas.

E o mundo VUCA exige profissionais assim… que sejam capazes de estar no presente, com sua escuta ativa e capacidade intuitiva para fazer os ajustes e rapidamente mudar de direção, ainda assim sendo eficazes na tomada de decisão quanto ao que deve ser feito a seguir.

Se você sente que esta é uma necessidade de desenvolvimento em sua organização ou em você mesmo, o que é positivo é que o Estilo de Liderança com base no Coaching pode ser aprendido, como qualquer outra habilidade! Claro que um Líder-coach não vai se desenvolver apenas com conceitos aprendidos. Como todo histórico de habilidades, nada é um passe de mágica. Ele terá de fazer, checar, fazer de novo, distender, usando sempre o que ensinamos dos 4Cs da Transformação (leia aqui).

Veja abaixo as diferenciações de Fases da Liderança e pense que fase é mais predominante em seu contexto:

Fase 1: O Executor

Ao chegar numa primeira posição de líder de pessoas, o indivíduo em geral sabe fazer aquilo que agora precisará realizar por meio de outras pessoas. No ímpeto de entregar seu melhor, o movimento automático desse líder é entrar na execução, pois ele entende que assim terá resultados melhores e mais rápidos.

Fase 2: Consultor

Não leva muito tempo para esse líder perceber que não será possível realizar as tarefas de toda equipe. Mas, novamente, como ele sabe fazer, sobe para a posição do consultor – daquele que diagnostica a situação e dá os direcionamentos à equipe, deixando-os realizarem o que foi orientado. Nessa fase o líder parte do pressuposto de que, se ele sabe fazer e se passou as orientações, é natural que os outros façam do mesmo jeito que ele faria. O problema é que cada um funciona de um jeito e muitas vezes, ao voltar para checar a execução dos trabalhos, esse líder percebe que a bola ‘ficou quadrada’.

Fase 3: Mentor

É nesse momento que o líder percebe que precisará acompanhar mais de perto sua equipe durante a execução daquilo que foi orientado. Nessa fase ele se propõe a fazer mais acompanhamentos e dar mais feedbacks, ensinando e ajudando a aparar as arestas enquanto as pessoas avançam na execução de suas tarefas. Quanto mais maduro na sua liderança como mentor, mais esse líder entenderá que cada pessoa precisará de um nível de proximidade, sendo que alguns comportarão que ele aja mais como consultor, e outros precisarão de sua ajuda na própria execução. Esta é uma fase incrível! Mas, pode chegar o momento em que o líder se sente esgotado, pois precisa estar presente sempre. Além disso, ele percebe que, por ser referência absoluta, sua equipe acaba se tornando dependente de sua presença e direcionamento. Como resultado, além do esgotamento mental, físico e emocional, esse líder também corre o risco de ter uma equipe infantilizada que não consegue trabalhar direito em sua ausência, impactando negativamente na sua própria capacidade de trabalhar de forma estratégica.

Fase 4: Coach

É aqui que o líder atinge o cume de seu potencial! Ele aprende a desenvolver novas habilidades direcionadas a facilitar a equipe a pensar, tomar decisões, assumir riscos e amadurecer. Nessa fase o líder aprende a fazer perguntas poderosas, escutar de forma ativa, comunicar-se com inteligência e trabalhar com acordos claros, além da ação e responsabilidade autodirigida de sua equipe. Com isso ele fomenta um ambiente seguro para as pessoas pensarem e crescerem, enquanto ele mesmo consegue se focar em atribuições mais amplas e estratégicas.

Nessa fase o líder aprende a usar cada uma das suas facetas de acordo com a demanda real. As situações deixam de ter todas o mesmo nível de urgência e passam a demandar que seja sempre coach…. Mas que por vezes também seja mentor, consultor e até mesmo ocasionalmente executor.

Ao pensar no conceito VUCA e nas 4 fases da Liderança, que insights surgem para você?

A organização que investe em líderes que formam equipes maduras e eficazes conseguiu entender que atuar de forma estratégica no desenvolvimento de sua principal força motriz – as pessoas – é uma escolha por vezes dura, mas que em algum momento representará a linha entre o sucesso e o fracasso; entre o avanço e a estagnação! Ao estabelecer uma cultura de coaching nas organizações, as pessoas se tornam facilitadoras do desenvolvimento umas das outras, o fluxo de raciocínio se torna mais produtivo, as distrações com conflitos internos e externos são reduzidas e a eficácia aumenta.

 (Texto escrito por Juliana de Lacerda Camargo e Patrícia Schuindt)

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Diferenças entre Coaching e Mentoria

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Muitas pessoas confundem Coaching e Mentoria, por isso, decidi compartilhar sobre algumas diferenças das abordagens, especialmente para esclarecer o que é o Coaching, já que hoje em dia, há muita confusão e visões distorcidas sobre a atuação de um Coach.

As duas práticas são muito importantes e falo isso profissionalmente e pessoalmente. Passar pelo processo de Coaching, fez (e faz) muita diferença na minha vida e ter mentores também.

Um Mentor é alguém com mais conhecimento e experiência que você em determinada área ou assunto. Ele te orienta, ensina, responde suas dúvidas, a fim de que você cresça e se desenvolva mais rápido do que seria se estivesse sozinho e se você fosse pesquisar tudo por conta própria.

Por exemplo, você quer empreender e busca alguém que já tem uma empresa e compartilha com você o que sabe sobre negócios, as experiências que viveu, responde suas perguntas, te ajuda em alguma situação em que não sabe o que fazer. Um outro exemplo: você acabou de assumir um cargo novo de gerência e tem muitas dúvidas e inseguranças. Então, decide buscar alguém que foi gerente como você, para te ajudar nos seus desafios e crescimento.

Então, na Mentoria, sempre tem alguém com mais experiência, conhecimento e técnica sobre determinada área e alguém que está sendo o aprendiz.

Já o Coach, não tem o papel de ensinar, aconselhar, orientar, dar respostas. Por isso, ele não precisa ser especialista em sua área, nem ter passado por experiências como a que você vive. O que um Coach faz, então? Ele te ajuda a pensar. Pensar da melhor forma possível para alcançar seus objetivos e transformações. Parece simples, mas na verdade não é. Isso requer muita técnica e habilidades específicas, que são aprendidas em cursos de formação específica.

No Coaching há um espaço seguro, neutro e confidencial, em que o Coach foi capacitado a fazer perguntas que te ajudam a refletir, encontrar possibilidades e ir para a ação, em direção aos seus objetivos. Ele também te escuta e busca compreender quem é você e nesse espaço de escuta, você tem liberdade para compartilhar seus medos, crenças, frustrações, sonhos, expectativas…Ele também te ajuda a se conhecer melhor e a buscar as transformações que você quer. Te ajuda a desenhar planos e executá-los. Te dá feedback sobre que percebe, a fim de te ajudar a avançar no que você busca. O Coach é, portanto, um profissional treinado para desenvolver pessoas, através de habilidades e técnicas que aprendeu em cursos específicos. Há diversas escolas de Coaching e diferentes tipos de certificações. Coaches que são credenciados pela International Coach Federation/ICF, por exemplo, têm como diretrizes 11 Competências e um código de ética da profissão e passaram por um processo de avaliação para comprovação prática e teórica.

Uma vez, um Coachee  me disse ao final de um processo de Coaching  “o coaching não dá o peixe, mas ensina a pescar. Sou uma pessoa diferente. Abriu minha mente. Fora da caixa que eu pensava existia muita coisa”.

Tanto Coaching, quanto a Mentoria podem trazer crescimento, mas com abordagens e focos diferentes. Eu sempre busco os dois recursos para meu desenvolvimento e recomendo isso, pois são complementares. Sim, esses papéis podem estar concentrados em uma mesma pessoa. Tendo claras as diferenças, são preciosas oportunidades de desenvolvimento.

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Coaching e Liderança de destaque e alto desempenho

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Além disso, quando falamos em habilidades de um líder, é possível transformar positivamente o modelo de liderança através do desenvolvimento de técnicas e habilidades de Coaching.

Por que consideramos essa transformação como positiva?

Com base em nossa experiência prática formando pessoas, organizamos os principais benefícios de uma liderança com habilidades de Coaching:

  • Aceleração de resultados de forma sustentável;
  • Motivação de longo prazo para a equipe;
  • Melhoria da produtividade;
  • Aumento do ritmo de inovação;
  • Formação de novas lideranças;
  • Efetividade na comunicação;
  • Aumento do nível de maturidade das pessoas;
  • Desenvolvimento da cultura de aprendizado e crescimento;
  • Formação de novas lideranças;
  • Ambientes saudáveis, maduros e de alto desempenho.

A mentalidade e os comportamentos de um Líder-Coach fazem toda diferença.

SUA COMUNICAÇÃO é alinhada e positiva; ele sabe escutar efetivamente e faz perguntas poderosas, que levam a um ambiente criativo, de reflexão e ação.

Atua em PARCERIA com a sua equipe, em um relacionamento produtivo, para criar metas e planos e acompanhá-los, visando atingir os resultados.

SUA MENTALIDADE consiste em olhar para as pessoas como pessoas – que têm potencial, habilidade, necessidades, emoções e pontos a desenvolver. Ele não ignora o fato de serem humanos, mas trabalha a partir dessa perspectiva.

Quais são seus desafios como Líder?

Compartilho algumas falas que gosto muito, que falam a respeito de liderança, com intuito de te ajudar em sua reflexão.

“Uma boa liderança é sobre experiências humanas. Não é uma fórmula ou programa, é uma atividade que vem do coração e leva em consideração os corações de outras pessoas. É uma atitude, não uma rotina.” Lance Secretan

“Realmente, liderar é fazer com que as pessoas contribuam com entusiasmo, de preferência com o coração, a mente, a criatividade, a excelência e outros recursos. E se tornem as melhores pessoas que são capazes de ser.” James C. Hunter

Líderes que são bons Coaches inspiram e desafiam as pessoas a crescerem e desenvolverem em sua corporação; em última análise, tais líderes são capazes de atingir resultados de negócios mais significativos do que outros que fornecem menos suporte e colaboração”.

“Um bom Coach age como um acelerador que auxilia os colaboradores a darem passos positivos em direção a uma meta e que reflete sobre as lições vindas da experiência para que estejam mais preparados a atingir suas futuras metas.”

(Os dois últimos trechos foram extraído de um artigo escrito por profissionais da Accenture (EUA) a respeito de Coaching e Liderança – Rachel Domers McCarthy, Eric Feuerlicht, Berit Ohn e Yaarit Silverstone)

E aí, o que pode aprender a partir dessa leitura?

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Quem é você, na versão atualizada?

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Quem é você? Essa é uma das perguntas mais poderosas que conheço…E “quem é você, na versão atualizada”, é uma provocação de pensamento, pois no movimento, em direção aos nossos propósitos, nos modificamos, crescemos, nos desenvolvemos…Logo, quem eu era há 10 anos, é diferente de quem sou hoje. Existe, sim, uma essência, uma invariabilidade dos seres, mas, como humanos, somos Ato e Potência – somos quem somos hoje, mas existe em nós muito potencial, que poderá vir a realizar-se no futuro.
“A mudança dos seres, não contraria o princípio da identidade, já que representa apenas a atualização da potência nela contidas”. Aristóteles.
Um exemplo: quando vemos uma semente de girassol, estamos vendo ato e potência. É ato, pois tem uma existência real, é um fato realizado e concreto. Mas, além de ser uma semente como ato, ela também é potência, tem um vir-a-ser, tem suas possibilidades, seu potencial para tornar um girassol, se oferecidas todas as condições para florescer. Assim somos nós – hoje somos ato e potência. Temos muito potencial a ser atualizado. Muitas possibilidades, transformações.
 
O que você pensa sobre isso? Essa reflexão me traz os seguintes pensamentos:
 
* Tudo tem seu tempo – as transformações são um processo.
* Todos temos potenciais que precisam ser muito bem cuidados para “florescer” e para isso, um primeiro passo é acreditar no potencial “da semente”.
* Transformar crenças é fundamental, pois crenças limitantes podem nos atrapalhar e impedir de arriscar a fazer algo e ir além, limitando o potencial.
* Acreditar no potencial traz segurança e uma atitude de olhar para nós e para os outros como em constante mudança e como pessoas que são capazes de ser mais do que se pode ver hoje…
Tudo isso traz um enorme sentido à minha atuação – vontade de contribuir com o “florescimento” de outras pessoas, esperança pelo que virá a ser e gratidão por tudo que já “floresceu”.
 
 
 
Patrícia SchuindtQuem é você, na versão atualizada?
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Crescimento e Resultados – Competências-chave

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Que competências você precisa ter para obter o melhor desempenho em sua atuação?

E quais são as competências que precisam ser desenvolvidas para crescer? 

 

Essas são perguntas fundamentais que, tanto pessoas, quanto organizações, precisam responder.

 

Quando falamos de alcançar resultados, ter crescimento e ter o máximo desempenho, considerar quais são as Competências, técnicas e comportamentais, presentes hoje e quais são as competências que seriam necessárias em um cenário ideal, é um primeiro passo para que ocorra o desenvolvimento – ter a consciência do que precisa mudar e de onde quer chegar.

 

Para você que não está habituado a este conceito de Competências, um jeito simples de compreender, é o acrônimo CHÁ:

 

C – Conhecimento

H – Habilidade 

A – Atitude

 

A integração desses três elementos forma uma Competência.

Ter Conhecimento, é saber algo, ter a informação.

Ter a Habilidade, é ter a capacidade para fazer.

E ter Atitude é a disposição interna, o querer fazer, que se transforma em ação.

 

E por que quando falamos em Competências, associamos a esses três elementos integrados?

 

Porque não adianta ter conhecimento e ter habilidade para algo, se não há atitude para colocar em prática. Da mesma forma, quando você tem Atitude, precisa buscar o conhecimento e desenvolver a Habilidade. Ou quando tem a Habilidade e a Atitude, precisa desenvolver o Conhecimento. Por isso, quando de fato há o conhecimento, a habilidade e a atitude juntos é a Competência concretizada (e há diferentes níveis de uma mesma competência – por exemplo, o que se espera de um Gerente, com relação a Planejamento Estratégico, é diferente do que se espera de um Diretor).

 

Uma outra forma cotidiana de falar de competências é comparar ao Esporte. Vamos falar especificamente do Ciclismo. Você pode ter o Conhecimento sobre a bicicleta, saber da importância de manter o equilíbrio, pedalar, freiar…Mas, precisa também ter a Habilidade – capacidade intelectual e física para executar esses comandos. Por fim, mesmo com todo Conhecimento e Habilidade, se não há Atitude, você não vai sair pedalandoBicicleta por aí e não vai desenvolver sua Competência de andar de Bicicleta. Pode ter todo potencial para isso, mas não coloca em prática, por algum motivo. Agora, se os três fatores estiverem juntos, você vai aprender, treinar, se tornar cada vez mais competente na atividade. Assim também é em diversas outras situações. Aplique esse racional ao que você faz no cotidiano e perceba seu nível de competência no que você faz e o que precisa desenvolver. Lembre-se que tem níveis de Competência e que com Treino e Significado, é possível melhorar sempre.
Nós não somos bons em tudo, nem teremos todas as Competências de forma padrão – pois cada ser humano é único, tem sua própria Identidade. Por isso, conhecer a si mesmo é um passo importante para saber como desenvolver determinadas Competências necessárias para seguir em direção a um Propósito. Essa consciência de ter um Propósito, um sentido, é parte fundamental do processo de desenvolvimento. Isso se aplica a pessoas e organizações.

 

Portanto, se tenho um determinado objetivo, preciso refletir sobre quais são as competências necessárias para alcançá-lo. O que preciso desenvolver em mim ou em minha organização? 

 

A partir dessa consciência, é importante definir quais são os indicadores dessa Competência a ser desenvolvida. O que me dirá que sou Competente em meu Planejamento? Quais são os conhecimentos, habilidades e atitudes que preciso ter? E em Gestão de pessoas? Visão Sistêmica? Comunicação? O mesmo racional pode ser aplicado para outras competências.

 

 

Para desenvolver Competências, é necessário que ocorra um Processo de reflexão sobre esses aspectos (Propósitos, Identidade, Indicadores, Objetivos) e a Neurociência nos ensina que para que ocorram mudanças efetivas é preciso ter foco direcionado, aplicação de ações práticas e repetição consistente de novas ações. 

 

O que você pode fazer essa semana para avançar com relação a este assunto?

 

A R122 Coaching tem duas soluções que podem te ajudar nesse processo:

 

O Coaching Executivo (contratação pela empresa) e o Coaching Pessoal (contratação por pessoa física) para o desenvolvimento de competências e habilidades, ou para obtenção de objetivos específicos.

 

Agende uma reunião para conhecer nosso Processo e saber os benefícios de fazer Coaching para alcançar as mudanças que você quer!

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Como obter mudanças – Neurociência e Coaching.

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“Não consigo agir diferente”/”Nasci assim, não vou mudar”/”Não nasci com essa habilidade”/”Essa é minha natureza”.

Esses são pensamentos de que nosso cérebro/ou nós, somos imutáveis, inalteráveis. São pensamentos retrógrados e conceitos de cientistas de antigamente.

As descobertas atuais da neurociência indicam que temos a capacidade de desenvolver novos hábitos e comportamentos, a partir da atenção direcionada, repetição e prática.

Novos pensamentos e novas habilidades “cavam” novos caminhos no cérebro.

É simplesmente incrível – mesmo na idade adulta, temos a possibilidade de mudar a estrutura e função do cérebro – temos Neuroplasticidade cerebral. Ou seja, segundo o texto, nosso cérebro, na verdade, é como plástico. É possível mudar crenças, pensamentos, emoções. “Você é o Arquiteto do seu cérebro. Você tem o poder de agir contra impulsos perigosos”.Veja o infográfico no Link abaixo (é em inglês).

Se você achava que não conseguia mudar ou crescer, atualize seus conhecimentos e busque agir diferente. Fácil e simples, talvez não seja. Requer esforço e um desejo muito grande de mudança. Mas, temos a informação, basta por à prova de uma forma coerente e atitude de determinação.

Faça Coaching para desenvolver suas habilidades – através do processo, você focará sua atenção, refletirá e criará meios práticos para avançar.

Escreva para nós: contato@r122coaching.com.br

‪#‎mudança‬ ‪#‎neuroplasticidade‬ ‪#‎coachingdehabilidades‬‪#‎autoconhecimento‬ ‪#‎neurociência‬

Veja o texto base para a reflexão (de onde veio a imagem do post também e o infográfico citado): http://bigthink.com/ideafeed/this-nifty-infographic-is-a-great-introduction-to-neuroplasticity?utm_campaign=Echobox&utm_content=26169506&utm_medium=social&utm_source=facebook#link_time=1459351435

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Emoções importam – “converse” com elas.

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Hoje participei online de um Seminário sobre Inteligência Emocional, onde tive a oportunidade de escutar o Marc Brackett, Ph.D, Diretor do Centro de Inteligência Emocional da Universidade de Yale. Compartilho algumas ideias com vocês.
As nossas emoções importam (e muito). Elas afetam:

– Atenção, Memória e Aprendizagem.
– Tomada de decisões.
– Qualidade dos Relacionamentos.
– Saúde física e Mental.
– Eficácia diária.

Por isso, é importante estarmos conscientes de nossas emoções, pensar sobre elas.

“Como eu me sinto?” (Descreva o motivo).

É uma pergunta-chave que precisa ser feita constantemente. Fugir de pensar sobre as emoções e de entrar em contato com o significado delas, bem como sobre suas consequências, pode ser uma atitude limitante em nossas vidas, que leva ao desequilíbrio emocional.

Escute suas emoções e “converse com elas”, para chegar a um acordo sobre as melhores ações e evitar comportamentos automáticos que perpetuem ciclos destrutivos.

O Coaching pode te ajudar a desenvolver estratégias de gerenciamento emocional. Se quiser trabalhar este assunto, escreva para pschuindt@r122coaching.com.br ou fale comigo por Skype: patriciaschuindt

Patrícia SchuindtEmoções importam – “converse” com elas.
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